Crítica: 8×15 de Chicago PD colocou o time contra a morte

Crítica Chicago PD 8x15

Um episódio de Chicago PD que empolgou… e muito!

Senhoras e senhores, que episódio sensacional de Chicago PD! O décimo quinto da oitava temporada, acredito, foi um dos melhores episódios da série em tempos.

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Chicago PD deixou um pouco a vida pessoal dos seus personagens regulares de lado e focou 100% na ação. Mas, mesmo assim, conseguiu conectar o pessoal de uma outra figura importante da trama.

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Estamos falando da superintendente-adjunta Samantha Miller. Aliás, ela começou o episódio comemorando com Voight as mudanças que a polícia de Chicago conquistou neste último ano. Com menos brutalidade e seguindo as regras, a Polícia conseguiu números positivos e mostrou que está pronta para novos tempos.

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Só que ela mal sabia que iria enfrentar um drama pessoal. Isso porque Darrell, seu filho, surgiu em Chicago, e ela nem imaginava que ele estava envolvido com gangsteres.

Crítica Chicago PD 8x15
Imagem: Divulgação.

Unidade tentou intervir

Este foi um episódio de reviravoltas intensas. E como estamos acostumados, precisamos alertar o leitor que seguimos com spoilers do episódio.

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Sam quis tentar conduzir a operação de forma correta e coerente. Quando ela soube que seu filho estava envolvido com esses mafiosos, e que eles portavam quilos e quilos de drogas, ela deixou claro que não queria regalias.

Confesso que achei correto da parte dela. Seria hipocrisia minha condená-la, uma vez que isso é algo que eu sempre critico em Chicago Med. Lá, por exemplo, eles nunca agem com ética. E, aqui, Sam está disposta a mostrar que existem ainda profissionais preocupados com isso.

O correto custou caro

Em certo ponto do episódio, a equipe de Voight conseguiu rastrear os chefões com que Darrell trabalhava, tudo a partir de uma ligação que ele tenta fazer para Ruzek. Mas eram coisas substanciais, e nada com provas.

Voigth quis ir para o local que eles imaginavam que Darrell estava, após ele desaparecer em meio aquela ligação, mas Sam não deixou. Ela disse que não tinha provas. E não é porque o rapaz era filho dela que eles iriam agir incorretamente. Porque todos os desaparecidos são filhos de alguém, nas palavras dela. Mais uma vez, achei essa fala dela muito poderosa e justa.

Imagem: Divulgação.

Equipe conseguiu desmanchar tráfico de menores

Em uma reviravolta impressionante, a Unidade 21 conseguiu ligar esses mafiosos com tráfico de menores, tudo a partir de um clube que o traficante de Darrell gerenciava. Então, ao chegar no local para a batida, o pior acontece: eles encontram o corpo de Darrell.

Mesmo com a morte do garoto, Sam se mantém firme de início, mas, quando o vê, ela desmorona. Então, ela fala o que todos pensam, obviamente. Ela teria matado o próprio filho, porque ela não deixou Voight agir incorretamente.

Foi algo muito forte, e uma dualidade que o roteiro de Chicago PD jogou para o espectador refletir. Sinceramente, não sei qual seria minha reação no lugar dela, ou se aguentaria agir corretamente sabendo que um filho meu estava correndo risco. Ao mesmo passo, ela queria ensinar uma lição para o filho, que estava se envolvendo com tráfico de drogas, então, não cabe a nós julgar alguém na posição dela.

Mas foi algo muito intenso e frio ao mesmo tempo.

Final eletrizante

Com a morte de Darrell, a equipe estava munida para localizar o líder da organização, e eles se espalharam por vários locais possíveis. Só que alguém da equipe cometeu um deslize. Kim Burgess foi até um local sozinha, e lá acabou sendo sequestrada.

O episódio termina sem desfecho e diz que a história continua no episódio 16, que também servirá como final de temporada. Só sei que estou ansioso e não sei nem o que pensar. Mas uma coisa é certa: por favor, não matem minha Kim Burgess.

E então, o que você achou do 15º episódio da temporada de Chicago PD? Deixe nos comentários e, igualmente, continue acompanhando as novidades do Mix de Séries.