Crítica: Chicago Fire aborda relacionamentos no último episódio do ano

Imagem: Elizabeth Morris/NBC/Divulgação

Para terminar o ano, Chicago Fire relembrou o quanto relacionamentos são voláteis!

E acima de tudo, Chicago Fire nos relembrou como uma família é importante.

O que sempre nos conforta no fim de cada temporada ou ano é a relação no batalhão. Não importa quão ruins as coisas estejam, o que existe ali é uma união surreal.

Tivemos mais uma vez a desprezível presença de Tyler, bff da Stella. O que não deixou o Kelly nada feliz. Os dois discutiram, ela ameaçou terminar com ele e levou uma bem direcionada. É claro que o amigo sente algo pela Kidd, mas o que parece é o que foi dito, ela gosta de ver o amigo gostando dela. Ainda tá acreditando que o relacionamento é abusivo.

Por outro lado, estou shippando Chloe e Joe loucamente. O acidente me deu aquele medo dele perder mais uma, afinal, parece que o cara não dá sorte com nenhuma. Mas ver ela acordando e dando aquele beijinho nele, foi muito fofo, não foi? Na ambulância, parece que Sylvie vai tentar com o capelão.

É importante dizermos que ela assumiu com maestria o papel que antes era de Gabby e se desenvolveu muito, se tornando a personagem feminina principal de Chicago Fire.

Ainda mais com a Emily (que pelo jeito vai ficar pra próxima temporada) sendo alguém não tão cativante. Mas legal ela estar se integrando na família 51.

Imagem: Elizabeth Morris/NBC/Divulgação

E, claro, nos sobrou o capitão. Estava claro que a história do Casey com a Naomi ia dar ruim. Depois da reunião com a família e o cara seguindo os dois, nem tinha dúvida. Os dois finalmente caíram nos braços um do outro, mas infelizmente o fogo foi demais.

Preciso dizer que a jornalista tem uma característica conhecida da série, ela é muito determinada. Mas Casey não acerta uma com o dedo podre.

Sobrou pra janeiro a dúvida de como eles vão sair daquele quarto, como o Matt sentiu o cheiro do fogo e a Naomi não. Ficaram ansiosos? Eu tô louca pra saber o que vai dar.

Nota: E eu achando que a Lily já tinha passado dessa pra uma melhor.

Nota 2: Boden é um pai pra todo mundo naquele batalhão, impressionante.

Nota 3: Se a Tuesday não é o cachorro mais fofo no universo das séries, não sei qual é.

Enquanto 2019 não chega, assistam o trailer do próximo episódio e tirem suas conclusões. Será que todo o elenco volta ou teremos mais alguma baixa em Chicago Fire? É esperar pra saber… Nos vemos ano que vem! Até lá!

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Gabriela Scampini

Paulista, estudante de Direito e geminiana. Apaixonada por livros e séries, mesmo sem ter tempo pra nenhum dos dois. No Mix, escreve a coluna #MixAudiência, além das reviews de American Crime Story, Black Mirror, Chicago Fire e The 100.