Crítica: Chicago Med 4×15 e 16 foram uma montanha russa de emoções

Teve emoção para todos os gostos em Chicago Med

Assim foram os dois últimos episódio de Chicago Med. O 4×15, We Hold These Truths, e 4×16, Old Flames, New Sparks, tiveram Idas e vindas e grandes reviravoltas. Mas sem perder o lado medicinal da coisa. Entregando episódios bombásticos, a série nos deixou aflitos e preocupados. O hospital mais badalado de Chicago investiu pesado no drama e trouxe personagens novos e ressuscitou alguns antigos.

Continua após as recomendações

Para inicio de conversa, preciso dizer que os médicos e enfermeiros deste hospital parecem estar mais preocupados com a vida amorosa do que com a saúde de seus pacientes. É tanta distração que, honestamente, não sei como eles dão conta. Mas no fim, a gente adora!

Família Charles reunida, mas não por uma boa causa

A família Charles nos apresentou um novo membro. A ex-esposa do dr Charles e mãe da drª Robin, Caroline Charles.  As duas já chegaram mexendo com antigos sentimentos. Inegavelmente, Daniel parece estar bem abalado com toda a situação e, surpreendentemente, Connor não parece ter superado totalmente a ex.  Entretanto, achei muito massa o apoio incondicional que o dr. Charles está dando a ex-esposa e a filha neste momento tão difícil. Lutar contra um câncer já não é fácil, adicione aí uma uma doença cardíaca com cirurgia quase impossível e teremos uma mistura pronta para mexer com o psicológico de qualquer um.

Continua após a publicidade

Imagem: NBC/Divulgação

Claramente, o psiquiatra ainda tem sentimentos pela ex-mulher. A cenas dos dois no pré-operatório foi de uma carga emocional contagiante. Pode ser só pelo timing, sim, afinal as emoções estão a flor da pele. Mas só eu pesquei um amor meio vivo no coração do moço? O que mais me dicou emocionada, no entanto, foi o carinho que os dois, independentemente dos problemas que tiveram no passado, tem um pelo outro. Como eu sempre digo, a empatia pelo próximo vai mudar o mundo.

#ALoka ataca novamente

Eva, mais conhecida como doutora psicopata, não se cansa de passar vergonha. Conseguindo se envolver onde menos esperamos, a personagem já está beirando a Eloquisa! Só eu acredito que essa obsessão dela com o Connor já passou do limite? Já estou tendendo para o lado de que todas essas situações não são meras coincidências. Entretanto, ela é tão boa no que faz, que consegue sair como a “que só quer ajudar” em todas as ocasiões. Sinceramente, não sei se teria essa paciência toda do Roldes não. Já estou quase pegando ranço. Aquela cena dela tomando a medicação na frente do cara? Oi? Era para fazer sentir culpa? Gente, sério, estou ficando com medo.

Não sei quanto tempo ainda vai demorar para perceberem que ela é uma psicopata manipuladora. Posso estar errada, mas para mim ela é daquele tipo de pessoa que faz de tudo para conseguir o que quer. Não importa quantos ou quem ela coloque em risco. Eventualmente, algo vai sair muito errado e as consequências serão desastrosas. Enfim, não vejo a hora de tudo isso ficar esclarecido e podermos seguir em frente.

Novela mexicana não, amor. Brasil-Nipônica!

Ethan e April… Precisa dizer mais? O casal mais confuso da série ataca novamente. O cara não sabe o que quer, voltar com a ex ou se compra uma bicicleta. Me ajuda aí! Aquela insistência do dr. Choi em namorar a colega médica parece ter chegado ao fim. Glória a Deux! Mas não antes de deixá-la magoada profundamente. Fala sério, precisava mesmo de levar tão longe a situação a ponto de terminar com a moça às vésperas de conhecer os pais dela? E não venham com essa de que ele estava confuso. Não apenas estava… Claro que os dois ainda sentiam algo pelo outro, como também eles poderiam ter sido menos teimosos.

Aqueles ataques desproporcionais de ética beirando a falta de consciência do Ethan foram o cúmulo do absurdo. Longe de mim achar que ética profissional é algo ruim, mas tudo tem que ser balanceado na vida! Tudo em excesso gera caos, e o cara precisa aprender a ter limite em suas atitudes e palavras. Não adianta jogar a m#*[email protected] no ventilador e depois pedir desculpas. A vida não é assim! Contudo, ainda espero que esses dois acabem juntos. Sim! Eu shippava muito o casal!  Porém, eles precisam parar de agir como dois adolescentes, né?

Eles nunca decepcionam, ou decepcionam?

Will e Nati parecem ter chegado ao final da relação. Sim, tenho minhas dúvidas se isso é realmente definitivo, mas ao que parece, os dois estão começando a seguir em frente. Porém, contudo, todavia, precisava mesmo colocar a médica com o marido da paciente que morreu no parto? O Will com a agente do FBI? Achei meio forçado a situação toda. Está na cara que aquele homem está sofrendo pelo luto da esposa e por ter que criar uma recém-nascida sozinho. O que ele precisa agora é ajuda e apoio. Um namoro a essa altura do campeonato não fará bem a ninguém. Muito menos a médica que, literalmente, acaba de desmanchar o noivado.  E olha que nem comecei a falar sobre a ética médica sendo jogada aos ventos!

Primeiramente, não acho que só o Will precise de terapia. Os dois passaram por um evento traumático. Ela teve seu casamento destruído, sentiu-se humilhada e desprotegida. Ficou completamente no escuro dos eventos que aconteciam ao seu redor e, no final, tomou uma rasteira daquelas difíceis de se levantar. O médico, por sua vez, ainda tem um longo caminho à frente. É outro que uma relação neste momento não ajudará em nada. Em conclusão, ele precisa encarar primeiro seus problemas e conseguir dominá-los. Não se fechar de novo e esperar que tudo passe.

Em resumo é isso, pessoal. Dois episódios que trouxeram mais perguntas que respostas, mas que nos deixaram de olhos abertos para o retorno da série no dia 27 de março. E vocês? O que acharam? Deixe seu comentário e até lá, povo!