Crítica: Criminal Minds apela para caso envolvendo duplo assassinato e sequestro no 14×08

Imagem: CBS/Divulgação

Criminal Minds está voltando aos casos envolvendo tragédias familiares

Em “Ashley”, tive a impressão de que Criminal Mindsa tentou voltar ao início, quando Gideon comandava a equipe. Esse episódio me lembrou um dos primeiros episódios da primeira temporada.

Nota-se que a equipe tem vivido em harmonia até o momento, cada um fazendo seus planos. Nesta medida, antes de receber o caso a ser trabalhado, Luke recebe a notícia de que está prestes a ser reintegrado à equipe pelo bom desempenho no caso anterior. Mas por hora vai continuar mantendo a parceria com Garcia. Enquanto Reid se prepara para uma palestra sobre violência e criminologia medieval. Já Garcia, com ajuda de Prentiss, quase sabota o próximo pedido de casamento de Rossi.

Primeiramente, o caso da semana envolve um casal assassinado em New Hampshire e sua filha sequestrada. Sendo assim, a equipe começa a trabalhar rapidamente para encontrar a criança. No entanto, tendo ciência que a cada hora que passa mais difícil se torna a possibilidade de encontra-la viva. Não podemos esquecer que algumas crianças nunca são encontradas, bem como as que passam anos em cativeiro.

Mas, quando a criança reaparece, Prentiss e Rossi começam a questionar as intenções do insub. Pois apesar dele ter cometido um duplo assassinato, acreditava estar salvando a criança dos pais.

Não demora muito e outro casal é assassinado e, consequentemente, outra criança é sequestrada. Entretanto, apesar do modo de agir do insub ser o mesmo, foram notadas algumas diferenças na execução do casal. Logo, a equipe começa a questionar os os métodos do insub concluindo que ele possa trabalhar no sistema de adoção ao descobrir a conexão entre as meninas sequestradas.

Existe até um toque de boa intenção na mentalidade danificada do insub em acreditar que está poupando crianças de lares tóxicos. O fato dele estar matando pais adotivos que são imperfeitos, mas inocentes, só aumenta sua tragédia.

Sem final feliz

Como a primeira opção não saiu como o esperado, o insub estava tentando encontrar substitutas para a filha Ashley de 8 anos, morta em casa por problemas cardíacos. Não há final feliz neste caso. Entretanto, tivemos mais um tipo diferente de enredo dentro na série.

Além disso, eu ainda não entendi a parceria de Garcia em relação a Luke. Acho muito forçada essa tentativa de substituir a amizade e o entrosamento que ela tinha com Morgan.

Felizmente, Garcia também está envolvida em coisas muito melhores. Enfim, apesar de dar uma bola fora ao revelar acidentalmente as intenções de Rossi em propor casamento, termina o episódio organizando uma adorável festa para o casal.

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