Crítica: Dividindo os plots, 4×05 de Legends of Tomorrow mantem estabilidade…

Imagem: The CW/Divulgação

Não é fácil criar histórias coesas em um mundo de loucuras como o que Legends está vivendo. Entretanto, os produtores vem tentando dividir suas informações para criar um trabalho coeso. Primeiro, pois após quatro anos não há tanta informação adicional, principalmente de nossos velhos guerreiros. Também há o fato de que eles vem trabalhando em premissas diferentes para não perder o vínculo dos fãs. Até o momento, a magia não decepcionou como muitos imaginavam.

A história principal veio baseada em clássicos da dramaturgia japonesa do século XX. Uma espécie de kraken gigante em meio as filmagens é algo que, surpreendentemente, eu nunca vi na vida real. Surpreende pois a criatividade deles é sem limites. Mas consegui ver uma situação verídica no plot que foi criado. Houve uma explicação quase lógica para os eventos e sinto que o livro que Rory pegou terá certa função daqui há algumas semanas. A fim de mostrar o desenvolvimento do personagem, colocar o mesmo como renomado escritor é algo que poucos imaginariam e chega a criar importante comicidade dentro da série. Nunca duvidem da capacidade de ninguém…

As coisas andam meio arrastadas, mas ainda há esperanças em Legends!

A relação Ava e Nate vem baseada nas novidades da Agência do Tempo. Tudo bem que ainda não é as mil maravilhas que eu esperava. Todavia, há certa evolução dentro do contexto. O relacionamento do herói com os pais vem sendo bem abordado e, aquele final, nos mostra que há muito ainda por debaixo dos panos. A pura e simples existência de todo um mundo sobrenatural por detrás da linha Arrowverse gera plots interessantes dentro das tramas. A criação dos metas em Star City; o aparecimento de Superman e Supergirl em National City. Tudo já foi motivo de alvoroço alguma vez dentro dos seriados e agora é o tempo de Legends.

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Imagem: The CW/Divulgação

Amarrando a terceira parte da trama, temos o retorno bem consistente e rápido de Nora Darhk. Esse sobrenome já tem um peso complicado na série, mas até que eu me simpatizo com a garota. O fato de construírem uma história com Ray já traz um sentimento de querer ver mais. Ainda que nem tudo sejam flores, poderemos ver um pouco deles em cena nos próximos capítulos. Sei que ela se entregou e é parte importante da trama, mas não vão entregar uma química dessas, dentro e fora de cena, de mão beijada.

Pra quem, como eu, achou que não ia vingar…

Até o momento pago toda minha língua ao falar de Charlie. Sei que Amaya teve sua importância na série, mas o papel atual da atriz vem surpreendendo e muito. Claro que ela pode virar a chata do rolê, mas, o que nos foi apresentado essa semana, mostra um papel em ascensão. Não sei bem o que farão com Nate quando ele souber da existência de uma doppleganger de sua amada. Certamente não quero excesso de drama por aqui. A personagem está mandando bem para conquistar um destaque na série e isso não será muito difícil, caso as coisas fluam bem…

Na próxima semana, enquanto o chefe vem vistoriar a nave, teremos um clássico da mitologia grega aterrorizando o que parece ser Londres. Só aqui mesmo para umas loucuras dessas fazerem o mínimo de sentido.

Segue a promo do que vem por aí e não deixem de conferir o Mix para mais notícias e reviews. Até lá! 😀

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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