Crítica: Episódio 14×23 de Grey’s Anatomy dá show ao mostrar o destino de April

Imagem: Youtube/Reprodução

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O choro é livre!

Tristeza. Uma palavra tão simples e que tem um impacto tão grande que não podemos imaginar. E foi exatamente assim que me senti nesse brilhante episódio: com uma tristeza profunda em saber se April Kepner sobreviveria ou não. Em muitos momentos eu já estava pronta para me despedir da personagem e, aos prantos, xingava Shonda Rhimes e os roteiristas pela forma covarde em que estava matando essa personagem que veio me conquistando aos poucos.

Porém, eu rezava e pedia tanto para que a ruivinha sobrevivesse ou que tudo não passasse de um pesadelo. Ou um universo paralelo que Meredith, Alex, Owen, Bailey e cia. que estavam presos por conta do frio… Mas não era um pesadelo. Era real e eu pude sentir a angústia e os sofrimentos dos médicos em fazerem o impossível para salvar a vida de April Kepner.

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Você acredita em milagres?

Jamais pensei que choraria tanto assim com essa série, mas o poder de Grey’s Anatomy é tanto que mesmo depois de 14 anos os roteiristas conseguem tocar na nossa alma.

O desespero de Jackson ao encontrar a sua ex-esposa quase morta foi de cortar o coração. Como fã incondicional de Japril, eu vibrei pela forma como ele ficou ao lado da April e torcia muito para que ele pudesse dizer que ainda a amava e que largaria Maggie porque April era a sua alma gêmea. Infelizmente, isso não aconteceu, porém, eu fiquei feliz e emocionada com o fato de Jackson ter rezado e pedido à Deus pela vida de April.

Isso foi muito emocionante e só quem conhece o seriado sabe o significado disso tudo. É claro que Maggie não desistiu da April e percebeu que ela estava lutando para viver. Se foi um milagre ela ter voltado dos mortos ou não, nunca saberemos, mas o que sabemos é que April sentiu que estava protegida por pessoas que a amam de verdade.

Quando ela acordou foi impossível não sorrir e se emocionar com a cena. Saber que ela seguiu em frente depois de tudo pelo o que ela passou foi maravilhoso. É claro que eu sempre torci e torcerei para que ela e Jackson fiquem juntos, mas fico contente em saber que ela tem o Matthew ao seu lado agora. Espero que eles sejam felizes juntos e que possam superar as suas perdas e esse dia traumático com muito amor e com seus verdadeiros amigos.

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O retorno da Dra. Nicole Herman 

Para mim, esse episódio foi o melhor da temporada e já está na lista do Top 10 de Grey’s Anatomy. E para completar, tivemos o tão aguardado retorno da Dra. Herman. Não sei vocês, mas gostei de saber o quanto essa mulher superou as suas ‘perdas’ e continua lutando para viver.

Imagem: ABC/Divulgação

Depois de quase morrer por conta do tumor, ela pode ter ficado cega, mas não se entregou a isso; pelo contrário, continuou lutando diante as suas limitações. E sim, eu chorei novamente ao ouvir sua história e todo drama vivido por ela. Na verdade, Nicole se mostrou forte e imbatível, mas estava nítido o quanto ela ainda está com medo do que possa acontecer com ela.

Mudanças à vista

Não sei como sobreviverei sem Arizona no hospital, mas entendo a escolha dela em querer fazer o melhor por Sofia. E agora com essa proposta da Dra. Herman não dá para não torcer e desejar que Arizona Robbins crie asas e mostre o quão única ela é. A sua escolha de demissão é totalmente diferente da Callie e achei injusto a forma como Richard a tratou. Ainda bem que April Kepner chegou como paciente para ele perceber a injustiça que estava fazendo.

Quanto à Amelia, ficou nítido o quanto o retorno da Dra. Herman mexeu com ela. Ela ainda se sente perdida e quer se mostrar prestativa para Beth, o problema é que ela não sabe ser mãe e se quer ser mãe daquela adolescente. E a chegada da médica que ela salvou a vida foi de fundamental ajuda para que Amelia percebesse que não dá para ser todos os dia uma super heroína, pois, às vezes, você também precisa de ser salva.

Semana que vem teremos a tão aguardada season finale, com direito ao casamento Jolex e a despedida de April e Arizona do seriado. Sinceramente, eu não estou preparada para isso!

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Gabriella Siggia

Quem eu sou? Eu sou uma em um milhão: escritora nas horas vagas, seriadora de coração, cinemática de plantão e amante da literatura. Divertida, alto astral e bastante bem humorada. Só não achei ainda minha outra pessoa. Ah, música faz parte da minha vida.

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