Crítica: Episódio musical de Riverdale supera expectativas

Imagem: CW/Divulgação

Episódio musical faz bonito em trazer muitos plots.

Inspirado no filme “Carrie, a estranha“, o capítulo, reuniu música, plots e muito sangue!

O episódio foi musical – o que pra mim, especificamente, é bem irritante. Contudo, foi fundamental para o os próximos capítulos e desfecho da temporada. Trazendo nas músicas, algumas verdades e desabafos dos personagens. Alice foi impecável no seu papel de mãe da Carrie. Até mesmo, brincando de fingir interesse (ou teve mesmo?) em FP. A aproximação com Hal, foi também algo que não esperávamos e a essa ponto, não sei o que acrescentará.

E quem voltou? Black Hood! Calma, a volta do assassino animou a série que se prepara para o desfecho. As cartas dizendo para Cheryl largar o papel de Carrie, até então parecia coisa da louca da mãe. Porém fica claro, ao final quando vimos que a intenção era mesmo matar  alguém, que a ideia não era matar Cheryl.

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Ainda sobre a morte, veio em um momento ótimo, um momento que a série precisava de algo para animar. A ideia do assassino estar de volta é um batida, porém abre espaço para novas suspeitas por trás dos crimes.

E a famosa cena da Carrie coberta de sangue? 

Voltando a falar sobre a verdadeira rainha da série. Cheryl, ao melhor estilo Carrie, se cobriu de sangue e foi enfrentar a mãe. Que coisa maravilhosa, não? A personagem episódio após episódio se consolida como principal e claro, o quanto seus plots são importantes – e melhores.

Do outro lado, essa review muda um pouco, já que diferente da temporada toda, não falarei mal do Archie. Ele enfim fez o que esperávamos: enfrentou Hiram e mostrou que seu pai, é mais importante que um carro ou até mesmo, a aprovação do sogro.  Claro que com isso, espera-se que Mrs.Lodge acabe prejudicando o jovem, o que desencadearia novamente a caça de gato e rato, tomara que não.

Ainda sobre drama familiar, Chic está de volta, mais tenebroso do que nunca. Espero que a série comece a moldar o personagem logo, essa sombra que jogam em cima do garoto, criando esse ar de vilão, não está acontecendo como eles querem. O personagem é raso e não há conexão nenhuma com o público.

Falemos agora sobre o musical em si: Os vocais e músicas estavam lindos. A ideia demorou a funcionar  já que o episódio a principio, veio em uma hora inoportuna para a série. Porém funcionou, já que em meio a tantos erros, eles acertaram em todos os plots e informações novas para o fim da temporada.

Confira a promo do próximo episódio:

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Letícia Garcia

Paulista, jornalista e apaixonada por séries e futebol. Grey's Anatomy é a série da vida, mas também é fã de Spartacus, Supernatural, Vikings, Sons of Anarchy e Friends

1 comment

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    Paulo Adriano Rocha 20 abril, 2018 at 21:57 Responder

    Pois eu tô aqui em15 minutos de episódio e já agoniado com essa mixagem. Aff. Que troço mal feito.O crossover Flashgirl mandou lembranças. Delay entre o áudio e a boca dos personagens, umas coreografias nada a ver… enfim, esperando pra ver o que acontece de interessante nesse negócio, porque tá tenso.

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