Crítica: FBI começa ganhar o público no episódio 1×12

Esse episódio de FBI foi aquele que muitos queriam ver desde o início!

Uma aula sobre como abordar temas importantes em FBI. Alguns deles como o extremismo, grupos estudantis, os corretos e os radicais e professores que confundem sua missão de ensinar com doutrinar e recrutar. Além disso, a relação de irmãos entre OA e Amira foi bem legal de acompanhar.

Apesar de eu achar uma burrice monumental OA ter envolvido a irmã no caso, com pessoa perigosas, nível assassinas, pareceu um tanto amador para esse policial que até agora era impecável. Um palestrante arriscou sua pele em uma Universidade com seu discurso extremamente preconceituoso. Uma plateia feliz escondia alguns que pretendiam assassinar esse homem que não fará falta. Não foi uma morte bonita e o principal suspeito, claro, um estudante.

Temos que refletir sobre ideias extremistas nos jovens

Ademais, grupos estudantis surgem o tempo todo dentro dos anos de faculdade. Porém, os objetivos de tais grupos devem ser algo construtivo. Não importa o discurso do cara, era horrível? Sim, porém não justifica matar o homem queimado. Assim, um grupo estudantil poderia protestar contra aquela palestra de forma pacífica, com a mídia envolvida, redes sociais. E é claro que não esperávamos que o filho do diretor fosse o responsável. E a mando de quem? De um professor seu, idealista, radical, que sabe atrair com seu conhecimento e suas palavras.

Deste modo, como dizia Tio Dumbledore, ‘palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de formar grandes sofrimentos e também de remediá-los’. Triste ver um professor usar de sua influência para colocar alunos para cometer crimes.

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Relações pessoais começaram a dar um toque especial para a série

Deve-se ressaltar que OA e a irmã foram o ponto alto do episódio. Um relação que no começo pareceu distante, isso um pouco devido ao trabalho de OA, terminou em bons termos. Mas mesmo achando um erro ele ter envolvido ela, foi interessante para o episódio. Derek Haas e Rick Eid entraram como showrunners justamente para dar um toque pessoal para a série, trazer o público para perto e conseguimos ver isso pela primeira vez apenas agora.

Enfim, para não dizer que não falei da querida Mag, ela foi só coadjuvante, mas sempre presente, importante e focada nas cenas. E falando nisso, parabéns FBI, renovada para a segunda temporada. Será que agora eles pegaram a mão?

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Caroline Marques

Caroline Marques

Engenheira de Alimentos, mestre em química de alimentos, um tanto quanto viciada em séries, filmes e livros. Fã de Hannibal, Dexter, Grey's Anatomy, Demolidor, Sherlock e Stranger Things. Reviewer de Chicago PD.

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