Crítica: Louis e seus dilemas são o destaque do episódio 7×12 de Suits

Imagem: USA Network/Divulgação

Flashbacks de Louis Litt animam o episódio!

É, meus caros, parece que o nosso amado Suits está nos enrolando para trazer uma história decente nessa segunda metade da sétima temporada. Se não fosse por Louis Litt, esse episódio seria totalmente sofrível. Eu posso estar até sendo um gravador de tanto falar o quanto me orgulho do amadurecimento e da evolução de Louis. Conhecer um pouco sobre sobre sua adolescência e como surgiu seus problemas de relacionamento foi algo maravilhoso! Os flashbacks realmente foram essenciais para compreender o Louis e torcer pela felicidade do advogado mais azarado do seriado.

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Infelizmente, essa ideia dele de ser um bad man não vai dar certo. Pois, como mesmo disse o terapeuta dele, Louis é um cara bom e que tenta dar uma de mau, mas que quem um coração de ouro! Ele pode ter errado muito no passado. E nós sabemos muito bem que Louis sempre quis ser aceito e ter Harvey como amigo. Acredito que ele se sinta só e, por isso, faz muitas bobagens. Se envolver com Sheila, vai ser outra bobagem que ele vai aprontar e nós assistiremos de camarote mais uma decepção amorosa de Louis Litt. Só espero que Harvey, Donna e Gretchen estejam lá para poder acolhê-lo quando ele se machucar!

O lenga lenga de Darvey está começando a me irritar.

Agora, vamos falar sobre o que foi aquela palhaçada da Paula perdoar Harvey sobre a suposta traição. Meu Deus, eu sei que a noite Darvey aconteceu quando eles não estavam juntos e tal, mas meu coração Darvey não aguenta mais ver Harvey e Donna separados! Preciso, urgentemente, que Paula dê um chega pra lá no Harvey para que ele acorde para a realidade e perceba que Donna é a mulher da sua vida!

É claro que o fato da minha diva Jessica ter saído da firma não deve estar ajudando Harvey a raciocinar direito, mas não dá para engolir esse Harvey chato que maltrata Donna e acha que Paula é a razão de seu viver. Demorou um tempão para eu ver aquele beijo entre os dois… para que, depois, Harvey agisse como idiota e, praticamente, ignorasse Donna. E se não bastasse tudo isso, fui obrigada a assistir sua revolta em ter que se desfazer de uma lembrança de seu pai e ignorar Donna.

Pelo menos, Donna continuou reinando e mostrando para Harvey que ela é poderosa. Eu sei que ela está sofrendo e que o ama. Sim, eu não engoli essa história de que o beijo não significou nada para ela. E a julgar pelas poucas cenas entre eles nesse episódio, Donna está sofrendo em silêncio porque não pode se jogar nos braços do amado, enquanto ele só fala de Paula. Assim, até eu agiria como Donna.

Mike assumindo o papel de Harvey.

Enquanto Harvey e Louis brincavam com seus problemas, Mike tentava ser o mentor de Oliver, seu mais novo amigo. É engraçado como Mike e Harvey pouco se interagem desde que Mike conseguiu sua aprovação na Ordem dos Advogados e Harvey assumiu o lugar de Jessica. Talvez seja por isso que Mike vive agindo mais como um mentor e tem mais cuidado com suas manobras de advogado.

O que eu gostei dele nesse episódio foi a forma como ele percebeu o quanto ele amadureceu e está advogando cada vez mais parecido como seu mentor e melhor amigo Harvey Specter. Era óbvio que Oliver ia falar alguma besteira, mas foi bom para que Mike pudesse se livrar sozinho sem precisar da ajuda de Harvey, Louis ou Donna. O fato dele conseguir resolver os problemas sem contar com a trupe já é uma grande conquista. Mas o que me surpreendeu mesmo foi a sua atitude: ele agir como Harvey Specter.

Claro que Rachel esteve ao lado do seu noivo, apoiando-o e sendo seu ombro amigo. Vou sentir saudades desse casal. Porém, eu entendo que a história dos dois já foi contada e Suits precisa se renovar. Eu só fico curiosa (e ansiosa) em saber como os roteiristas tirarão os dois do seriado, uma vez que há indiretas de que Mike Ross possa ter seu nome na parede da firma. Sugestões?

PS: Que cena linda foi aquela com a conversa entre as duas divas, Donna e Jessica?

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Gabriella Siggia

Quem eu sou? Eu sou uma em um milhão: escritora nas horas vagas, seriadora de coração, cinemática de plantão e amante da literatura. Divertida, alto astral e bastante bem humorada. Só não achei ainda minha outra pessoa. Ah, música faz parte da minha vida.

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