Crítica: Premiere da última temporada de Jane, the Virgin traz retorno de personagens

Impossível não sentir falta das histórias narradas no início dos episódios de Jane depois de tanto tempo em hiato. Elas são fofas porque que mostram a evolução e/ou o crescimento dos personagens, dão o tom do tema abordado no episódio, contextualizando as decisões tomadas… Isso tudo é claro sendo parte da identidade própria da série. Dito isso, bora pra review!

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Guess who’s back… Back again!

Michael voltou bizarro com destaque para a amnésia, para o sotaque e o fato de que ele agora se chama de Jason – como em Jason Bourne (com trocadilhos intencionais).  A Jane claramente entrou em choque, coitada. Eu não posso julgar porque também demorei um tanto para processar a informação. Rose (chega dela, pelo amor de Deus) orquestrou tudo. A falsa morte, o sequestro, a amnésia… Tudo! Aparentemente a única intenção era de chegar até Luiza.

Já Milos – que é outro personagem que a gente não aguenta mais, mas que preferimos ter por perto só para dar em um final bom e definitivo – também voltou. E (pasmem!) era ele perseguindo Petra e quem levou o tiro da JR.

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Amei o tom irônico usado pelo narrador para explicar que o motivo da Petra não gostar de Milos era por gostar de garotas, e não pelas suas ações questionáveis. Aliás, se pararmos para pensar, ele e a Rose são praticamente vilões, stalkers, que simplesmente não superam o fim de seus relacionamentos… Seriam eles o mesmo personagem, ou apenas uma demonstração de preguiça por parte dos roteiristas? Eis algo a se pensar.

Um quadrado amoroso entre os personagens principais

A cena da Jane surtando, em um plano sequência de aproximadamente 8 minutos, foi maravilhosa e conseguiu me trazer uma mescla de sentimentos que, de início, achei serem apenas pena e empatia pela personagem. Mas no final eu entendi que os sentimentos dela eram, de certa forma, sentimentos próximos aos que tinha sentido até aquele momento. Além disso, não consigo pensar em outra reação senão esta quando me coloco no seu lugar. Nota 10 para nossa rainha. Simplesmente esplêndido!

Ah, meu Deus! O Michael/Jason praticamente babando na Petra, enquanto a Jane contava as suas memórias para ele foi definitivamente algo que eu não esperava. O QUE FOI ISSO? Ainda não sei como me sinto com relação a isso, mas no momento estou na fase “eca!”.

Rafael ainda não mostrou como isso está afetando ele (mesmo com todo mundo comentando a respeito toda hora). E até agora ele foi o que mais segurou as pontas ali para ajudar e consolar a todos.

Ele e Jane decidiram continuar juntos porque “nada havia mudado”. Claro que a gente conhece as histórias, os plots twists e as artimanhas criativas dos roteiristas e, portanto, sabemos que esse papinho deles não vai rolar. Pelo menos por enquanto.

E ainda mais agora que tentaram reacender a antiga faísca de Michael e Jane. Não sei vocês, mas eu não senti tanta química assim entre eles. Não só na cenas dos flashbacks como também na última cena. Só espero que não usem o término de JR e Petra (que assumiu sua bissexualidade) para juntá-la com o Michael como uma forma de deixar o caminho livre para #Jafael ser endgame.

Gostaram do retorno da série? Concordam com a review?  

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Nota do episódio9
Review do primeiro episódio da quinta temporada de Jane, the Virgin, da The CW, intitulado Chapter Eighty-two.
9

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