Crítica: Retorno de LoT é marcado por reformulação e boas esperanças…

Imagem: The CW/Divulgação

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Provavelmente, em 2015, poucos apostariam suas fichas em uma quarta temporada de LoT, contudo, aqui estamos

Todas as expectativas foram superadas e a série vem se tornando cada vez mais única. Não no sentido de ser a grande estrela da DC na televisão ou de apresentar o melhor arco dramático. Nossa querida Legends tem o alívio cômico necessário para todo o drama de suas companheiras e traz na loucura suas raízes. Mesmo com os defeitos, ainda assim, seguimos firmes e confiantes no futuro da série. Como diria Vinícius de Moraes: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”.

De infinito nossa série sabe bem como trabalhar. Cada ano vemos mais e mais surpresas e o tempo espaço não tem limites. O plot demoníaco veio para trazer uma vertente especial. Além disso, Constantine é uma aquisição de peso. O exorcista traz o mesmo alívio cômico que viemos falando, com uma pitada de sagacidade e sensualidade. Ele não deixa passar uma oportunidade e já sabemos bem. Acredito ser uma excelente aquisição para o show e só vem a somar. Sua série, muito mal aproveitada, conquistou o coração de muitas pessoas na época de estreia. Essa nova chance é um recomeço rumo ao protagonismo e estrelato em LoT... esperamos!!

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Uma viagem, literalmente, para uma época de paz!!

De loucura por loucura, fomos parar em Woodstock. Que referências boas vimos neste episódio. Beatles logo de cara para dar um impacto. Achei que iam abordar um pouco mais o quarteto de Liverpool, ou então, pelo menos abordar a fisionomia como fizeram com Janis Joplin. Mas não, preferiram centralizar no festival.

Muitos virão com críticas, dizendo que a série pode se perder nessa loucura, mas, ao meu ver, ela tá cada vez mais se encontrando nesses trâmites do plot. Foi bem apresentado sim, teve alusão ao uso de drogas sim!! Só que foi tão sutil que parece brincadeira ou gozação. A série consegue trazer esse humor ácido em momentos de descontração. Isso faz com que batamos o pé e defendamos até o fim.

Imagem: The CW/Divulgação

Em matéria de defesa, ninguém é mais protegida que Sara Lance. A personagem mimada do início de Arrow, que cresceu com a ida para Lian Yu, passou pela Liga das Sombras, se perdeu com o retorno a Star City, finalmente desemboca em LoT e estabiliza.

Apesar de três anos de sucesso, com evolução de protagonismo e liderança, hoje, podemos falar que Sara vive bem. A dinâmica da personagem com Ava foi muito bem construída. Trouxeram uma naturalidade na evolução de sentimentos, que não ficou como os casais forçados que já vimos por aqui. O episódio não foi centrado na personagem, mas mostrou maturidade interessante. Exatamente porquê os fãs já conseguem visualizar esse crescimento.

Você quer referência no próximo episódio? Então toma uma surra. A caça as bruxas virá recheada por um clássico personagem da Disney. Segue a promo do episódio e nos vemos na próxima semana. Continue acompanhando o Mix para ficar por dentro das notícias e reviews semanais. Um abraço e até lá…

 

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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