Crítica: Retorno de Supernatural é pouco convidativo

Imagem: CW/Divulgação

O primeiro episódio da décima quarta temporada de Supernatural não apresentou grandes emoções. Como já era de se esperar, Sam está à procura de Dean (agora Miguel), que se encontra viajando para diferentes lugares, perguntando para diferentes pessoas o que elas querem – isso me lembrou um pouco o que o personagem Lúcifer Morningstar, da série Lúcifer faz. A diferença é que Miguel não hipnotiza ninguém  e parece que ele quer ter seu próprio exército.

Sobre a atuação do Jensen Ackles como Miguel, vou esperar o próximos episódios para opinar com mais precisão, mas do pouco que foi mostrado dele, não tenho do que reclamar – ainda.

Novo demônio tenta se tornar rei do inferno

Nesse capítulo, vemos que com o título de rei do inferno sem dono, um demônio aparece querendo reivindicar o trono. Para mim, o ápice do episódio foi o Sam enfrentar o tal demônio e dizer que quem quisesse o trono teria que passar por ele.  Descobrimos que o receptáculo do Lúcifer está vivo (lamentavelmente!), pois a adaga que Miguel usou para matá-lo acabava somente com a criatura sobrenatural. Vimos, também, que Jack (outro chato!) enfrenta dificuldades para lidar com sua falta de poderes.

Achei que, para um primeiro episódio, foi bem fraco – até mesmo a cena entre o Miguel e a irmã Jo, que eu esperava que fosse dar um upgrade nas coisas, não teve grande emoção. Espero o mesmo que todos os fãs de Supernatural: que a temporada seja um pouco mais constante e consiga manter uma boa sequência de episódios bons. Acho que isso seria mais fácil se o Jack sumisse da série também, algo que duvido muito que aconteça.

O que vocês acharam desse retorno?

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