Crítica: Supergirl e sua turma se preparam para o pior nos episódios 3×15 e 3×16

supergirl 3x15
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Imagem: The CW/Divulgação

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Combatendo a si próprio…

Depois de colocada meio que para escanteio, após um longo hiato, Sam está de volta em Supergirl. Sinceramente, pensei que grande foco do décimo quinto episódio seria exclusivamente esse, mas as atenções foram divididas com outro plot.

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O lance do pai de J’onn eu apostava que seria abordado novamente futuramente, talvez em algum episódio filler, e confesso que não achei que deveria ter tanto destaque assim, pelo menos agora. A história das três wordkillers é o ponto chave dessa temporada, que não poderia ser tratada como segundo plano.

O lado bom disso tudo é que não foi tratado totalmente como um drama familiar. Isso também serviu como algo que foi o suficiente para colocar vários pontos nos “is”. O que quero dizer com isso? É simples, mesmo com todo aquele ataque no DOE, a la Casos de Família, o ataque psíquico do nosso papai marciano serviu de boa coisa. Kara aproveitou da situação para soltar umas verdades a Mon-El, algo que estava entalado há muito tempo. Estava na cara esse tempo todo que ela não absorveu bem a ideia de “ter virado a página”, pelo menos não antes de soltar tudo que estava engasgado.

Imagem: The CW/Divulgação

Paralelo a isso, Lena tem se mostrado bem solícita em ajudar Sam. Odette Anable vem fazendo um trabalho incrível na série, e amei mais essa camada apresentada de sua personagem. Uma hora teria que rolar essa reflexão, o autoconhecimento dela com seu alter ego maligno. Imagina como ficaria sem graça essa “separação” sem que ela soubesse disso, o horror que seria. Ainda que suas intenções parecem serem as melhores possíveis, não podemos esquecer que Lena carrega o sobrenome Luthor. Logo, todo cuidado é pouco.

No final das contas, o foco de In Search Of Lost Time nada mais foi que uma batalha pessoal entre os personagens. Só sei que finalmente começaram a darem indícios que Pestilence, ou também Epidemia, começou a colocar suas manguinhas de fora. EITA!

Agora a coisa ficou séria!

Com Pestilence na área, Supergirl e seu squad precisa tomar as devidas providências, para evitar que ela se una a Purity e principalmente Reign. O foco de Of Two Minds foi justamente esse, e agora já não sei mais que sou quase. Sinceramente? Desisti de apostar minhas fichas na possível identidade da terceira e última worldkiller.

Minha aposta estava entre Imra e Lena. A primeira teve algumas atitudes que minha pulga ficou meio atrás da orelha, mas depois que foi revelado o tal segredo dela, a descartei na hora. Agora nossa pretty Luthor me levantou a suspeita antes da série entrar no último hiato. Por um momento achei que ela revelaria a verdade a Sam, e mostraria como controlar as duas identidades. No fim das contas fui feito de trouxa mais uma vez, e novamente outra teoria mirabolante minha foi em vão.

Falando em Sam, obtivemos mais progressos em relação a seu caso. Ela começou a ficar frente a frente com seu alter ego, e algumas dessas cenas foram bem tensas. A personagem é incrível, assim como sua intérprete, mas definitivamente nessas cenas em que ela se confronta, tive a certeza que a escuridão é seu destino, doa a quem doer. Isso comentarei melhor nos momentos finais dessa review.

Quando a onda de epidemia começou a rondar em National City, por um momento pensei que tudo estaria perdido de alguma forma. Ver Winn e Alex em perigo me deixou bem desesperado, confesso a vocês. Entretanto, temos três heróis prontos para ir atrás da nova vilã. Sabe o que mais me deu raiva disso tudo? Kara. Gente, o mundo em perigo, com três demônias podendo se juntar e acabar com tudo. O que a bonita me faz? Quer tentar salvar a pessoa – descobrimos então que trata-se de uma médica – e usar a emoção para tirá-la da escuridão. Nesse momento fui total team Imra, que queria mais era matar a japoronga.

Agora a coisa ficou séria!

É claro que o plano sentimental de nossa heroína não daria certo, ela tentou com Julie isso e falhou miseravelmente. Como se não bastasse, Purity ressurgiu, unindo-se a sua irmã. Quando isso aconteceu, é claro que já supus que elas invadiriam a LCorp para tirar Sam de lá. NÃO DEU OUTRA! As bonitas fizeram isso mesmo, sem dó e nem piedade. O pior aconteceu, a trindade destruidora enfim está completa, e tempos muitos sombrios estão por vir. Supergirl e Lena, foquem no dramalhão pessoal de vocês pra depois, por favor.

Só sei de uma coisa, depois desse final: QUEIMA QUENGARAL!!!!

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Eduardo Nogueira

Eduardo Nogueira

Administrador apaixonado por séries e música, sou fã assumido de Friends, e tenho guilty pleasure pelas séries da CW. No Mix sou editor de reality show, cobrindo atrações do gênero como as franquias The X Factor , The Voice, American Idol, entre outros. Faço também reviews das séries Mom, Supergirl, The Good Place, Scream, Fuller House e da brazuca A Garota da Moto. Além disso, deixo vocês sempre atualizados com as nossas Bolhas de Cancelamento, e também escrevo as colunas de Elenco e Teu Passado Te Condena. No tempo que me sobra faço um café para as visitas, rs. Ufa!

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