Crítica: The 100 começa 6ª temporada de forma agitada e empolgante

Nova temporada de The 100 já começou agitada

A sexta temporada de The 100 estreou com tudo, com novas questões e dilemas. Além disso, com um novo local para viver e desbravar. Ao que tudo indicava, Monty havia encontrado um planeta para viver, já que a terra continuou inabitável, mesmo após 125 longos anos. Porém, para nossa surpresa, não se tratava de um planeta e, sim, de uma lua.

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Imagem: CW/Divulgação

A história dos Prime

É possível ter um vislumbre da lua antes mesmo da ideia de Monty descobri-la, quando quatro famílias de terráqueos a colonizam. Os Primes, como assim são chamados, criaram uma espécie de Santuário para viverem longe das ameaças externas. Assim, vemos Rusell Prime como chefe do local sendo afetado por algo que o deixa com uma agressividade incontrolável. No meio disto, até sua filha, Josephine, é morta por ele.

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Mais tarde, quando um grupo desce até a lua e a encontra sem habitantes, percebemos que o quê atingiu Rusell Prime foi o eclipse, chamado Sol Vermelho. Tal evento afeta o sistema nervoso central de animais e humanos, os deixando agressivos e hostis. Vemos Bellamy, Murphy e outros sob este efeito e quase perdemos Murphy nesta caminhada, salvo pelos habitantes que retornam a cidade, após o fim do eclipse. Clarke e os outros, então, passam a lutar pela aceitação dos Primes para conseguirem viver em Sanctum. E aprender com eles como sobreviver na lua.

Em meio a tudo isto, vemos alguns dos personagens juntando os pedaços novamente. Após os acontecimentos da temporada passada, muitos não estão dispostos a perdoar Clarke. Um exemplo disto é Raven, que perde Shaw na descoberta da lua e tem que se reerguer mais uma vez. Bem como Abby, que mete a cara nos livros em busca de uma forma de salvar Kane, para se manter longe do seu vício em medicamentos. Ecko e Bellamy também precisam lidar com a perda de Monty e se reaproximar como casal.

Relações estremecidas

Bellamy, por sua vez, coloca um ponto final em sua relação com Octavia. Ela alegou que sua irmã já estava morta para ele. Octavia então precisa sobreviver sozinha na floresta. Até que ela encontra Dyioza, que também fora banida de Sanctum devido a seu passado nada amigável. Ver as duas juntas se torna um dos pontos altos da temporada para mim, tendo em vista que Octavia sempre foi minha favorita.

Um acordo é feito com Dyioza para que ela mate Gabriel e garanta um lugar em Sanctum para seu filho. Portanto, as duas partem em busca do velho, se é que ainda vive. Isso porque, até então, não deu as caras. Que essa parceria vá longe!

Eis o pouco que sabemos sobre Gabriel…

Imagem: CW/Divulgação

Trata-se do namorado de Josephine, filha de Rusell Prime, que fora essencial para o primeiro retorno da garota no corpo de uma sangue da noite. Por sabermos que ele deixou Sanctum, presume-se que não concordou com a continuação dos sacrifícios em prol da imortalidade para alguns. Os habitantes da floresta, intitulados Filhos de Gabriel, provavelmente são aqueles que se opuseram as praticas realizadas em Sanctum e resolveram seguir Gabriel fora dali.

Clarke é convocada a uma reunião com Rusell. Em tal momento, ele demonstra saber seu histórico violento e, por isso, impede que todos vivam ali. Porém, a decisão não dura muito tempo, pois quando atacados pelos Filhos de Gabriel, Clarke não hesita em ajudar e salvar Delilah, uma jovem adolescente portadora do sangue da noite que os Primes idolatram.

A grande promessa da temporada

Em relação a Delilah e seu sangue da noite, posso afirmar que é a grande pedida da temporada. Descobrimos que os Primes idolatram aqueles poucos nascidos com sangue escuro, pois somente assim conseguem se tornar imortais. Portanto, sim, eles usam os corpos daqueles com o sangue como hospedeiro, a fim de trazer seus entes queridos novamente à vida. Tudo isso, através de uma espécie de chama (a mesma usada em Maddi), que guarda a consciência de quem a usou anteriormente.

E claro que não demorou nada até que os Primes descobrissem que Clarke possui sangue da noite. Além disso, uma situação inesperada faz com que o momento se torne oportuno para que os Prime tragam alguém de volta à vida. Rusell assim revive sua filha, Josephine, logo após “matar” Clarke. Admito que torci para não dar certo, tendo em vista que Clarke não nasceu com o sangue da noite e, sim, o adquiriu. Entretanto, deu certo e vemos uma nova personalidade através do rosto de nossa protagonista. Não é possível saber o que esperar de agora em diante, apenas torcer para que seja possível trazer Clarke de volta.

Verdade descoberta

Se não bastasse, Josephine – usando o corpo de Clarke – se aproximou dos outros para descobrir a existência de outros sangue da noite. Ela então acaba indo muito além disso. Ela consegue descobrir que Abby é responsável pelo sangue escuro que corre nas veias de Clarke. Ou seja, os problemas dos Primes seriam resolvido, e todos poderiam ter sangue da noite, servindo de receptáculo para eles trazerem de volta quem e quando bem entenderem. Isso veremos nos próximos episódios, e espero que mais sobre Gabriel também, por favor.

Ao fim do quinto episódio, temos Bellamy neutralizado por Josephine e ela unindo-se a Murphy para saber mais sobre o procedimento feito por Abby. Provavelmente, nos resta saber se a vontade de Murphy de ser imortal ultrapassará sua lealdade aos outros.

O que acham? Eu sigo na ansiedade por mais The 100. Assim que sair venho comentar com vocês. Até breve!

Leia também: Refrescando a memória – relembre a 5ª temporada de The 100

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