Crítica: Young Sheldon volta trazendo o humor leve e contagiante da primeira temporada

Imagem: CBS/Divulgação

Com a responsabilidade de contar a infância de um dos personagens mais famosos da TV atualmente, Young Sheldon foi um sucesso em sua primeira temporada. Em seu segundo ano, ela continua sem decepcionar.

Assistidos os três primeiros episódios da segunda temporada, já dá para ter alguma noção do que esperar daqui para frente.

Começamos falando de Iain Armitage e Raegan Revord. Os intérpretes de Sheldon e Missy continuam dando show nessa temporada. É inegável que quem os escolheu para os papeis acertou em cheio. A dinâmica entre os gêmeos funciona muito bem e o carisma dos atores nos divide sobre qual dos irmãos é nosso favorito.

Outra relação interessante é a entre Missy e George Jr. Ao invés de ficarem sob a sombra do irmão gênio, os dois também funcionam bem como dupla. A parceria dos dois já rendeu momentos divertidos nessa temporada e promete continuar arrancando risos conforme eles vão crescendo Mesmo Montana Jordan (intérprete de George Jr.) não tendo todo o carisma e talento, seu personagem funciona bem como irmão mais velho.

Um tema que já havia sido bastante abordado na primeira temporada e que continua sendo bem usado nessa temporada é a relação entre religião e a família Cooper. Como não se divertir com as missas de domingo e os questionamentos de Sheldon? A série lida muito bem com essa questão. De forma que fique engraçada, mas não ofensiva. O que nem sempre é alcançável atualmente.

O relacionamento de Connie e Dr. Sturgis também deve continuar tendo importância

A relação entre os dois é divertida por mostrar duas pessoas totalmente diferentes que se encontraram na terceira idade. Sempre que temos cenas dos dois é certeza de termos um momento divertido. Dr. Sturgis deve continuar sendo um forte influenciador e mentor do jovem Sheldon, ao mesmo tempo que tenta se tornar membro fixo da família.

A série continua apostando na proposta que deu certo na temporada passada. Um humor que se divide entre piadas inocentes, principalmente pelas falas do mini Sheldon e o Billy (que pode ser mais utilizado do que vem sendo), e outras mais elaboradas, como as que envolvem Missy e Connie.

Young Sheldon continua mostrando que tem potencial para substituir TBBT no posto de sitcom número 1 na TV americana. Se quiser saber mais sobre a série, continue acompanhando as notícias e críticas aqui no Mix de Séries.

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Matheus Ronconi

Paulista, nerd, viciado em séries e fã do Rei Leão e do Homem-Aranha. No Mix escrevo sobre The Big Bang Theory e Star Trek: Discovery.

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