Designated Survivor – 1×10 – The Oath

Designated Survivor The Oath MAIOR

Imagem: TV Guide

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Um dos maiores sucessos do DVR dos últimos anos, o que é realmente algo que os canais consideram desde o início do declínio da audiência da TV aberta neste século, Designated Survivor entregou tudo aquilo que os telespectadores queriam assistir nesse ano. Começando pela explosão de todo o Congresso, o que é algo a se considerar visto que apenas 18% americanos (número referente a última pesquisa da Gallup que você confere aqui.) veem seu legislativo positivamente, passando por um Presidente minimamente estável para lidar com problemas internacionais e capacidade de lidar com a oposição no legislativo.

Designated Survivor The Oath MENOR

Imagem: SpoilerTV

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Essa Winter Finale sintetiza exatamente o porquê essa série é uma das séries que a ABC confirmará, com a maior facilidade, a renovação em 2017. Rápido, coeso, cheio de ação e com uma capacidade impressionante de se reinventar e fabricar twists, o roteiro de “The Oath” nos trouxe uma Maggie Q que nós já vimos anteriormente em Nikita Stalker, mas que demonstra satisfação e vontade de trabalhar e dar o melhor de si pela sua personagem, o que nós não víamos até então.

Confesso que não aprecio o uso de histórias antigas para causar impacto ou preencher um vácuo criativo momentâneo, principalmente com o único intuito de criar um mega gancho para segurar audiência em 2017, mas abrirei uma exceção nos meus princípios por entender que no caso de Designated Survivor. A questão envolvendo o culpado da explosão do prédio do Congresso não está apenas mal resolvida, como também se arrastará por mais algum tempo. Generais? Assessores? O que importa é que há um traidor dentro do governo, mais precisamente no Departamento de Segurança.

Nunca gostei de teorias da conspiração, acredito que são antidemocráticas e ajudam a reforçar paranoias em cidadãos que sequer dedicaram tempo para ler uma página de um jornal com um mínimo de credibilidade. Felizmente, elas funcionam muito bem em dramaturgia para tornar as histórias ainda mais interessantes e apelativas ao telespectador, ou vai dizer que não soa bem uma pessoa de dentro do governo federal ajudar a explodir a sede de um dos três poderes?

Para 2017, espero assistir uma série que traga um roteiro com um maior acabamento, sem rompantes e mais segura da história que quer contar para que não precisa elaborar ganchos mirabolantes. Gostaria de ver uma maior participação da primeira dama e do resto da família do Presidente, que Seth pare de flertar com a jornalista e seja o responsável por falar (e denunciar) tão bem islamofobia como fez no início da temporada.

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