A reta final de Dexter: Ressurreição está ganhando contornos ainda mais sombrios e pode trazer uma das maiores perdas da história da franquia. O episódio 7, intitulado Course Correction, trouxe Angel Batista de volta ao centro da trama, mas desta vez em uma posição completamente diferente: não como amigo, mas como inimigo determinado a expor a verdade sobre Dexter Morgan.
Angel Batista na mira do perigo em Dexter: Ressurreição
Angel sempre foi um dos personagens mais queridos do público. Amigo de longa data de Dexter, ele agora surge em Nova York movido pelo desejo de limpar os nomes de James Doakes e Maria LaGuerta — colegas mortos que, segundo ele, foram injustamente ligados ao caso do Açougueiro de Bay Harbor. O personagem, interpretado por David Zayas, está mais obcecado do que nunca em provar que Dexter é o verdadeiro responsável por essas mortes.
O problema é que essa obsessão pode ter um preço alto. A narrativa mostra Angel cada vez mais próximo de desenterrar segredos que Dexter e Harrison tentam manter escondidos, e isso coloca sua vida em risco.
A própria trajetória da série sugere esse destino: todos os personagens que descobriram a verdade sobre Dexter, como Doakes e LaGuerta, acabaram mortos — ainda que não diretamente pelas mãos do protagonista.
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Quem pode ser o responsável?
Embora o Código de Harry impeça Dexter de matar Angel — já que ele não se encaixa no perfil de “alvos” do vigilante — outros elementos em cena podem levar o detetive ao fim. Entre eles estão Leon Prater, bilionário com conexões obscuras, e o assassino conhecido como New York Ripper, figura que deve ganhar ainda mais importância nos próximos episódios.
A relação de Dexter com Prater, por exemplo, vem crescendo e pode ser usada de forma estratégica. Caso Angel se aproxime demais da verdade, Prater pode eliminá-lo para proteger o novo aliado. Já o Ripper representa uma ameaça externa, capaz de surpreender tanto Dexter quanto seus perseguidores.
O impacto para Dexter: Ressurreição
A possível morte de Angel Batista em Dexter: Ressurreição seria um dos acontecimentos mais marcantes de Dexter: Ressurreição. Além do peso emocional — já que ele é um dos poucos personagens originais ainda vivos —, sua saída simbolizaria o preço da busca por justiça em um universo onde a verdade raramente vem à tona.
Por outro lado, existe uma chance pequena de que Angel sobreviva: seja se aliando a Dexter em uma circunstância extrema, seja optando por se aposentar de vez. Ainda assim, o caminho traçado até agora aponta para uma despedida trágica.
Com isso, Dexter: Ressurreição prepara o terreno para um clímax eletrizante, reacendendo o dilema central da série: até onde alguém pode ir em busca da verdade sem pagar o preço com a própria vida?