Dexter Ressurreição vira sucesso e é comparada a Mindhunter

Dexter Ressurreição chegou para provar que a franquia ainda tem muito a oferecer. Após o polêmico desfecho de New Blood, série volta com tudo.

Dexter Ressurreição chegou para provar que a franquia ainda tem muito a oferecer. Após o polêmico desfecho de Dexter: New Blood, que parecia encerrar de vez a trajetória do serial killer, a nova produção trouxe Michael C. Hall de volta ao papel icônico e rapidamente caiu nas graças do público. Desde sua estreia em 11 de julho, a série mantém números impressionantes de audiência e mostra que a fome dos fãs por Dexter Morgan continua intacta.

De acordo com o FlixPatrol, Dexter Ressurreição segue em alta semanas após o lançamento. Na Paramount+, ocupa o sexto lugar entre as produções mais assistidas, e, considerando todos os canais disponíveis pelo Amazon, aparece em segundo lugar, ficando atrás apenas de Star Trek: Strange New Worlds. Esse desempenho reforça o apelo duradouro do personagem e a curiosidade em torno dos rumos que a nova fase da história poderia tomar.

O retorno de Dexter e velhos conhecidos

Dexter Ressurreição se passa após os acontecimentos de New Blood, onde Dexter foi baleado pelo próprio filho, Harrison, em uma cena que parecia definitiva. Entretanto, a trama revela que ele sobreviveu e agora parte para Nova York em busca do filho desaparecido.

Além do retorno de Hall, outro rosto conhecido marca presença: David Zayas volta como o detetive Angel Batista, que viaja até a cidade para finalmente tentar fazer justiça contra o homem que arruinou tantas vidas. Essa dinâmica entre passado e presente acrescenta um tom de acerto de contas que tem agradado os fãs de longa data.

Uma nova galeria de assassinos

Um dos pontos mais comentados de Dexter Ressurreição é a introdução de novos vilões. O bilionário Leon Prater, interpretado por Peter Dinklage, surge como uma figura central, reunindo ao seu redor um grupo de serial killers que rapidamente se torna alvo de Dexter.

Entre eles estão Mia LaPierre, a Lady Vengeance vivida por Krysten Ritter; Lowell, o Assassino das Tatuagens interpretado por Neil Patrick Harris; Gareth, o Gêmeo Assassino de David Dastmalchian; e Al, o Rapunzel, interpretado por Eric Stonestreet. A narrativa mistura tensão, confrontos e o tradicional dilema moral que acompanha o protagonista.

Assim, Dexter Ressurreição tem sido comparada a Mindhunter, da Netflix, que trazia um retrato fiel e assustador de conhecidos serial killers. Na nova temporada, Dexter conhece métodos e curiosidades de diferentes assassinos, além de fazer uma interessante crítica ao interesse das pessoas por true crimes.

O impacto de Krysten Ritter

Entre os novos personagens, a performance de Krysten Ritter tem chamado atenção. Conhecida por papéis intensos como o de Jessica Jones, a atriz revelou ter adorado interpretar uma figura tão sombria. Segundo Ritter, sua personagem começa fria e calculista, mas ganha um tom explosivo e perturbador conforme se aproxima de Dexter, criando uma relação carregada de tensão sexual e violência. Essa virada dramática contribui para a imprevisibilidade da temporada e reforça a força do elenco.

Com apenas três episódios restantes antes do desfecho em 5 de setembro, Dexter Ressurreição mantém os fãs ansiosos para descobrir até onde Dexter será capaz de ir nessa nova fase. O equilíbrio entre nostalgia, novos personagens marcantes e um enredo eletrizante garante que a série siga como um dos grandes sucessos de 2025.





Dexter Ressurreição vira sucesso e é comparada a Mindhunter
SOBRE O AUTOR
Matheus Pereira
Matheus Pereira é Jornalista e mora em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Escritor assíduo na época dos blogs, Matheus desenvolveu seus textos e conhecimentos em Cinema e TV numa experiência que já soma quase 15 anos. Destes, quase dez são dedicados ao Mix de Séries. Além disso, trabalha há mais de dez anos no campo da comunicação e marketing educacional, sendo assessor de imprensa e publicidade em grandes escolas e instituições de ensino.