A confirmação da exibição da 3ª temporada de Fire Country na TV paga brasileira veio acompanhada de frustração.
O canal AXN anunciou que a série retorna à programação a partir do dia 19 de janeiro, mas em um horário que rapidamente virou alvo de críticas: 2h40 da madrugada.
A decisão pegou mal entre os fãs, especialmente porque Fire Country construiu uma base fiel no Brasil desde a estreia. A série, estrelada por Max Thieriot, acompanha presos que atuam como bombeiros em missões de alto risco na Califórnia, misturando ação, drama pessoal e temas sociais. Não é exagero dizer que se trata de um dos dramas mais comentados do gênero nos últimos anos.
Um horário que afasta o público
Exibir episódios inéditos às 2h40 da manhã, sem previsão de reprises ou reapresentações em horários mais acessíveis, foi visto como um verdadeiro descaso com a audiência. Nas redes sociais, muitos fãs ironizaram a situação, questionando se o AXN espera que o público “vire a noite” para acompanhar a série.
A reclamação não é apenas sobre conveniência. Para muitos, colocar Fire Country nesse horário é praticamente empurrar a produção para o esquecimento, reduzindo seu alcance e impacto. Em tempos em que a concorrência com o streaming é cada vez mais forte, decisões assim parecem ir na contramão da valorização do público que ainda acompanha a TV paga.
Fãs cobram respeito e mudança para a 3ª temporada de Fire Country
O tom das reações é de cobrança direta. Internautas têm marcado o canal pedindo uma revisão do horário e lembrando que Fire Country tem potencial para render bons números se exibida em uma faixa mais justa. A sensação geral é de que a série está sendo subestimada dentro da grade.
Até o momento, o AXN não se pronunciou sobre possíveis reprises ou ajustes na programação. Enquanto isso, os fãs seguem reclamando e pressionando, na esperança de que a 3ª temporada receba o espaço que, na visão deles, merece.