Fuller House – 1×02 – Moving Day

Imagem: Arquivo Pessoal/Eduardo Nogueira

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Depois de uma estreia cheia de referências, Fuller House veio com um episódio contendo uma identidade própria. Apesar de ter vindo com um plot que também foi abordado em sua progenitora, a série já conseguiu a façanha de ter seus elementos certos para cativar o público. Sem as piadas ultrapassadas de Joey, a linguagem utilizada por aqui foi mais contemporânea, deixando um ar muito mais leve.

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Tudo foi tão bom, que não sei destacar quem se saiu melhor em cena. Primeiramente, eu estou adorando a D.J. como mãe, nesse quesito a personagem já vem superando todas as minhas expectativas. As cenas dela tentando subornar de alguma maneira Jackson para contar que Kimmy e Ramona mudariam para lá, e depois que ele dividiria o quarto com o irmão, foram demais no final. Quem nunca fez isso para contornar em dar uma notícia nada agradável para uma pessoa? Me senti representado.

Esse foi o primeiro dia oficial das três, lidando com a nova realidade. É claro que toda mudança sempre há uma resistência, e cada um está reagindo da sua maneira. De todo mundo, quem está adorando toda essa novidade é Max, que mais uma vez se sobressaiu em relação ao elenco jovem. Ele será o queridinho dentre eles pelo público sim, ou com certeza? No meio de toda essa transição, Jackson e Ramona também tiveram seus devidos destaques. A garota simplesmente mitou com força total no começo do episódio, em não aceitar morar na casa dos Tanner, enquanto ele por ter que dividir o quarto com o irmão. Falando nisso, o que foi o jovem com Jesse? Aquela cena dos dois no carro foi o melhor momento, e a química entre essa dupla foi simplesmente fantástica. A parte que o artista conta ao sobrinho neto o fato de Becky cozinhar mal, e a caixa postal ainda estando ativada, foi genial, juro que foi onde mais me matei de rir.

Outra dupla que merece destaque é Steph e Kimmy, pois os anos passaram, mas aquela rixa entre elas continua mais viva do que nunca. A única diferença é que antigamente as personagens eram crianças, e a série tinha um tom mais leve e ingênuo, agora como adultas, a coisa tem uma pitada de “veneno”, mas nada que tire a leveza da comédia. Já estou esperando ansiosamente por mais trocas de farpas entre as duas, francamente. A melhor parte delas em cena foi quando tiveram que trocar a fralda de Tommy, sem contar a tacada genial da irmã de D.J. quando cita Michelle, referindo mais uma vez às gêmeas Olsen. Falando no caçula da família, que bebê mais carismático minha gente, só espero que os irmãos que revezam o papel não se tornem seres insuportáveis quando adultos, como umas aí.

A história engrenou de forma única, e a evolução foi bem perceptível. Acredito que os produtores estão no caminho certo, e o medo da série ficar presa ao passado diminuiu muito. Tenho visto bastante gente que está esperando que seja algo exatamente igual à Full House, mas são outros tempos, novas tramas, porém a única coisa que deve permanecer é a essência do show, porque de resto tem que ser tudo inédito e ajustável aos dias de hoje.

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