Glee – 6×05 – The Hurt Locker, Part 2

Glee 6x05

A sexta temporada de Glee tem sido mitológica. E não estou falando de algo do tipo American Horror Story: Coven. É algo mais sagrado e especial que tem deixado, nós, fãs que ainda resistiram às falhas das últimas duas temporadas, felizes.

The Hurt Locker Part 2 deu continuidade ao que foi mostrado na semana passada. Sue continua com seu plano de colocar Blaine e Kurt juntos de novo, mas dessa vez suas armadilhas não envolvem Karofsky. É muito mais insano do que podemos imaginar. Nunca pensei que juntar dois ex-namorados num falso elevador iria proporcionar as melhores cenas em Glee, mas só a Diretora Sylvester poderia estar por trás disso. Ryan Murphy finalmente, em dois anos, começa a acertar em seus roteiros, e o melhor de tudo é como ele tem “brincado” com a metalinguagem. Assim como a cena em que a treinadora explica para Becky o que é Klaine, há muito efeitos causados neste episódio, que parecem ser erros de continuidade, mas são intencionais e fizeram o total sentido.

Semana passada o foco da competição foi desviado para um possível romance entre Sam e Rachel – impulsionado pela hipnose de Sue – mas dessa vez a nova professora do New Directions deixou isso fora de cogitação, e notou rapidamente o truque da rival. Sendo assim, o foco de Mrs. Berry voltou para a apresentação, e chegou a hora dela se preocupar com uma coisa que Ryan Murphy não tem dado a mínima: regras. Mesmo que Roderick e os outros tenham vozes maravilhosas, não se pode negligenciar aquilo que foi preocupação lá na segunda temporada e que fez eles recrutarem Lauren Zizes, por exemplo Saudades Ashley Fink. A partir daí que ela sai atrás de Spencer e Kitty, dos dois possíveis membros do elenco da escola que ainda não estavam na nova formação do New Directions.

Foi divertido ver como Rachel não lembrava dos nomes dos seus sucessores na sala do coral, uma vez que, na quinta temporada, ela os reuniu e Santana já havia falado isso. O que importa é que KITTY IS BACK! E não como uma reinvenção de Quinn Fabray, mas como uma estudante que quer relembrar as alegrias de estar na sala do coral. Bom, Spencer a gente já esperava que uma hora ou outra ele estaria no grupo, mas creio que ele não será o vilão que todos esperavam (deixem isso apenas para a Sue). O que tem me incomodado na nova abordagem para o clube do coral é que cada vez menos a gente conhece os novos integrantes. Roderick e Jane tiveram uma boa entrada em Homecoming, mas estão completamente perdidos e esquecidos desde então. Faltam sete episódios, ainda dá tempo (pouco mas dá).

A performance do New Directions foi o que sempre foi: pouco técnica e muita voz. Entretanto, o ponto alto foram as escolhas de música para esses episódios. Tudo bem, poderia ter sido Bruno Lindo Mars (o que não seria nada mal), mas eu esperava pelo dia em que teria “It Must Have Been Love“. “Father Figure” entrou pro rol das minhas favoritas, e foi uma pena terem cortado a parte da Samantha Ware em “All Out Of Love“, mas Laura e Billy mandaram muito bem. Apesar de “My Sharona” e “You Spin Me Round” fizeram a linha da competição e foram bem executadas, não é a cara dos Warblers que a gente conhece.

Semana que vem Glee embarca num tributo a Burt Bacharach, compositor de diversas músicas famosas dos anos 60 e 70, entre elas “I Say A Little Prayer For You“, já cantada na série. Além disso, o casamento de Santana e Brittany são o foco da semana, o traz de volta alguns ex-alunos, e a participação de Jennifer Cooligde (2 Broke Girls) e Ken Jeong (Community). Algo me diz que “What the World Needs Now” vai ser cheio de referências e cenas cômicas.

PS.1: Quero um “Sue-saw” pra mim!

P.S.2: Quem coloca o nome do filho de Fettucine Alberto não merece ter um filho!

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