GLOW foi criada para ter muito mais temporadas, revela criadora

Imagem: Netflix/Divulgação

Um dos primeiros grandes sucessos de uma Summer Season que acaba de começar, GLOW ainda não foi renovada para segunda temporada. Entretanto, o The Hollywood Reporter conversou com Alison Brie, Betty Gilpin e os co-criadores da série e descobriu que os primeiros dez episódios são tratados como um embrião.

“Definitivamente foi intencional,” disse a co-criadora Liz Flahive em referência a força, ousadia e ritmo acelerado da primeira temporada. “Nós iniciamos com uma temporada precisamente no ponto e isso ajudou,” conta sua colega de criação Carly Mensch, que ainda revela que não escreveu GLOW com um número de temporadas em mente, mas que o material base ficou no ar por quatro anos (de 1986-1990).

Flahive e Mensch explicam que como GLOW é essencialmente uma série sobre o corpo da mulher, pareceu honesto e autêntico trazer tal método de abordagem. “Nós sabíamos desde o início a história que queríamos contar e que os telespectadores não tinham a menor ideia da maneira que aquelas mulheres usaram seus corpos à época,” diz Mensch. “Pareceu bem importante a necessidade de contar honestamente suas histórias e a transformação do corpo da mulher durante aquela experiência,” completa.

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Caso a Netflix renove a comédia para segunda temporada, as mulheres terão que crescer e desenvolver novas habilidades, coisa que Brie e Gilpin dizem estar com muita vontade em fazer.

“Nós não vemos a hora de voltar ao treinamento, na verdade todas a mulheres estão,” conta Brie. “Nós sentimos muita falta da luta. Eu mantive o meu levantamento de pesos com meu treinamento e estou me mantendo em forma para estar preparada. Mas é um tantinho assustador também pelo fato de não existir um limite do quão ousados os movimento têm que ser. Eles têm que ficar melhores e melhores,” completa.

Vale lembrar que na semana passada a Netflix decidiu cancelar Girlboss para segunda temporada, o que pode significar uma boa notícia para GLOW.

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Bernardo Vieira

Catarinense e estudante de direito. Escrevo sobre entretenimento desde 2010, mas comecei com política internacional depois da campanha americana de 2016. Adoro uma premiação e um debate político, mas sempre estou lendo ou assistindo algo interessante. Quer saber mais? Me pague um café e vamos conversar.

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