Se você gosta de terror com humor ácido, muito sangue e uma boa dose de caos, Hell Motel é a sua nova obsessão. A série estreou com dois episódios que já mostraram a que veio: mistério, mortes brutais, rituais satânicos e personagens que parecem saídos de um reality show bizarro.
A história começa em 1995, quando um casal recém-casado, Caitlyn e Joey, se hospeda no Cold River Motel. Eles são recepcionados por Shirley e Floyd, que oferecem a suíte de lua de mel e até prometem uma garrafa de champanhe. A noite que parecia perfeita se transforma num massacre: Joey é brutalmente assassinado com a própria garrafa de champanhe, e Caitlyn também é atacada.
Trinta anos depois, o infame motel reabre, transformado numa espécie de atração turística para fãs de crimes reais — e, claro, não demora muito até que tudo desande.
Quem são os hóspedes do inferno?
O grupo que chega ao Cold River Motel não poderia ser mais excêntrico:
- Kawayan: um artista que cria instalações inspiradas em cenas de crimes.
- Andy: um acadêmico especialista em crimes reais.
- Adriana: comissária de bordo e obcecada por serial killers.
- Blake: escritor de livros sobre crimes e sobrevivente de um massacre.
- Crow: médium que se conecta com vítimas de assassinatos.
- Paige: ex-rainha dos filmes de terror, que já filmou um longa no próprio motel.
O motel agora pertence a Portia e Ruby, que estão determinados a transformar a infâmia do local em dinheiro, oferecendo uma “experiência imersiva” para seus hóspedes. E sim: não há sinal de celular. Porque, claro, o que poderia dar errado?

Episódio 1: Chegamos no inferno (literalmente)
O clima de tensão começa no jantar, quando o chef Hemmingway — uma figura excêntrica e perturbadora — serve pratos feitos para parecerem partes humanas. Se isso já não fosse desconfortável, ele finaliza oferecendo aos hóspedes doses… do próprio sangue.
No meio desse clima surreal, um casal de idosos aparece pedindo abrigo por causa de uma tempestade. Eles são inicialmente recusados, mas acabam sendo autorizados a passar a noite no estacionamento, dentro de seu trailer.
Enquanto isso, os donos do motel preparam uma encenação bizarra: uma sessão espírita onde Paige deveria se vestir como Caitlyn, a vítima do massacre de 1995. Só que, em vez de participar, ela foge e busca refúgio no trailer dos idosos.
É aí que vem o primeiro grande susto: Paige é atacada pelo mesmo assassino mascarado do passado. Só que — plot twist — tudo era uma encenação feita por Ruby e Portia, gravada para viralizar nas redes e divulgar o motel. Só que, nesse universo, nem tudo é marketing.
Logo depois, Hemmingway é encontrado morto na sauna, assassinado de verdade. E, para completar, o trailer dos velhinhos explode — revelando que eles são ninguém menos que Shirley e Floyd, os assassinos originais de 1995.
Episódio 2: Quem é o verdadeiro monstro em Hell Motel?
Agora todo mundo sabe que está preso no motel, sem carro, sem celular e sem saída.
O detalhe? Shirley e Floyd não mataram Hemmingway. Isso significa que há um terceiro assassino no local — e talvez alguém esteja tentando completar o ritual satânico que eles começaram há 30 anos, mas falhou.
Floyd quer simplesmente matar todo mundo, enquanto Shirley insiste que o ritual tem que seguir as condições astronômicas certas. Afinal, eles esperaram três décadas pela combinação perfeita de lua e estrelas.
No meio do caos:
- Adriana e Blake têm uma noite de sexo bizarro que deixa Blake traumatizado.
- Crow tenta fugir pela floresta, mas é pego por Floyd. Porém, antes que ele seja morto, Andy aparece e impede o ataque.
- Kawayan vira alvo de desconfiança: será ele um assassino imitador ou só um artista excêntrico?
- Ruby e Portia brigam feio — e, no dia seguinte, Portia é encontrada morta, com o próprio coração em cima do corpo.
Portia está mesmo morta? E quem é o assassino em Hell Motel?
O final do episódio 2 de Hell Motel deixa tudo ainda mais confuso. Quem matou Portia? Será que foi Floyd, Shirley, algum dos hóspedes, ou até alguém que ainda nem foi revelado? As pistas são muitas, e a série faz questão de jogar suspeitas em todo mundo.
Teorias mais quentes da internet até agora:
- Hemmingway pode não estar realmente morto.
- JP, o motorista da van, pode ser cúmplice ou o próprio assassino.
- E, claro, nada impede que o próprio ritual demoníaco esteja funcionando de verdade.
Vale a pena assistir Hell Motel?
Definitivamente, sim. A série mistura terror, humor ácido, sátira sobre a cultura de crimes reais e críticas ao voyeurismo em torno da violência. Tem morte? Tem. Tem tensão? Com certeza. Mas também tem muito sarcasmo e aquele clima de “isso não é pra ser levado tão a sério, mas no fundo… é”.
Se você gostou de Scream, American Horror Story ou The Cabin in the Woods, Hell Motel entrega a mesma energia caótica e imprevisível.