House of Cards – 5×08 – Chapter 60

Imagem: Netflix/Divulgação

Continua após as recomendações

Apesar de ter gostado do que eu vi aqui, não dá para negar o quanto o tempo vem sendo desperdiçado em House of Cards. Um capítulo que tinha tudo para aprofundar mais sobre o comando de Claire dividiu palco com as articulações de Frank com os membros de uma estranha seita. Essa divisão funciona bem para dinâmica de uma história, mas não quando ela parece correr tanto contra o relógio como esta. A impressão que temos é de que cinco episódios serão insuficientes para fechar as pontas soltas que vem sendo deixadas.

Continua após a publicidade

Começo novamente com a investigação do Tom, que apesar de vir progredindo de forma substancial, ainda está longe de nos mostrar os efeitos de suas descobertas. Ver o crachá de acesso de Zoe Barnes foi uma sensação boa, que tenho certeza de que parte do público possui. É como se isso tudo fosse um start para que tenhamos a vingança por essa e outras mortes. Enquanto o The Washington Harold vai por este lado, do outro vemos os novos enfrentamentos de Frank nos Campos Elíseos.

Imagem: Netflix/Divulgação

Em vez de ir para Ohio em busca de aprovação, ele vai para onde pessoas poderosas podem lhe dar o que precisam. É incrível o fato de Usher ter se voltado contra Will e voltar a trabalhar com Frank. Sinto que um dos dois vai cair feio do cavalo e não vejo onde reside lealdade nesta parceria. Neste mesmo acampamento, ambos conseguem mais um áudio comprometedor ao Conway e isso é muito estranho – chega a soar o improvável, mas vamos ver o que será disso.

A desfaçatez de Claire beira a desumanidade. Ela lida com vidas como quem lida com números. Apesar de ter se provado uma mentira, a presidente em exercício tinha o dever de mostrar empatia a um cidadão de seu país correndo risco de morte. Mas claro, veio Viktor Petrov e chantageia Claire, que tem uma decisão a tomar. Apesar de encontrar uma saída, essa parece não ter sido uma das melhores, já que parece ter dado uma “arma” aos chineses – e isso com o aval, aparentemente, de Jane Davis.

Essa personagem Davis está ganhando terreno muito rápido, o que só pode significar que ela terá papel decisivo nestes momentos de grande tensão. “Eu trabalho com todos” nos faz pensar de quem é sua lealdade. Tomara que descubramos o quanto antes!

Valete: Cara, aquela tecnologia que vimos no acampamento, é muito Black Mirror. É sério, assistam!
Dama: Essas gravações de áudio dariam uma bela de uma campanha publicitária para uma marca de gravadores
Rei: Doug e Claire tiveram seus momentos de estranheza. Mandem mais que está pouco!