How to Get Away With Murder – 1×02 – It’s All Her Fault

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Mix de Séries vai passar por um momento delicado em sua vida, pois o que estou prestes a escrever/falar pode causar grandes processos para o site, mas ainda assim irei falar. Onde está How to Get Away With Murder? Onde está o novo drama avassalador de Shonda Rhimes para a ABC? Onde está a série que tanto repercutiu antes de sua estreia e ainda continua repercutindo, seja positiva ou negativamente?

Explicarei de maneira mais clara o meu sentimento pela produção: não tenho ódio, ou qualquer sentimento semelhante, para com a nova série da nossa querida destruidora de corações. O principal problema, encontrado por mim, na trama é o uso excessivo de flashbacks. Sim, apesar de fazer muito sentindo em um futuro próximo, ou nem tão próximo assim, a drama está abusando do elemento que, com o passar dos episódios, fica mais confuso. Mesmo existindo especulações sobre o que realmente aconteceu e onde a série está nos levando, isso irrita por um motivo, claro: aparições de cenas passadas, ou futuras, em momentos que não fazem nenhum sentido. Espero, de verdade, que tudo isso valha a pena no futuro narrativo da série, mas no momento a situação é delicada.

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E falando de delicadeza, o que você faria, sendo uma advogada de defesa, para defender seu cliente de um caso complicado, em que ele é o único suspeito? Claro, esse será sempre o objetivo da série, mas é certo que a cada novo episódio a situação ficará mais delicada para o lado de Keating e de seus estudantes, e o episódio da semana mostra claramente isso. No entanto, não é para isso que a produção foi feita. Além de focar em Annie, vamos ter foco nos estudantes cujo os nomes ainda não aprendi. Cada um terá sua oportunidade de brilhar, de ser reconhecido pela professora e ter o merecido reconhecimento.

Laurel foi a única, ultrapassando os “espertalhões”, e vendo algo até então invisível, até mesmo para Keaning. Se Max é um caçador nato e foi responsável pela morte de suas esposas, ele sabe como matar, como diminuir a dor das vítimas, como fazer uma morte verdadeiramente limpa, sem deixar rastros visíveis. E foi nisso que a estudante atacou. De fato, seu primeiro assassinato foi limpo, foi piedoso. O segundo ocorreu da mesma maneira? As técnicas utilizadas foram as mesmas? Mas ela não foi a única que brilhou. Gibbins não só ganhou o respeito da professora por manter em segredo algo da vida pessoal dela, mas também por perceber, apesar dela já saber, quem foi o real assassino da mulher de Max. Aqui se quebra o pensamento de Laurel: Annie não escolheu ela pelo seu affair com Frank e Gibbins por qualquer motivo. Ela os escolheu por ver os seus devidos potenciais que, ao me ver, são maiores que dos outros estudantes.

E as memórias presentes no episódio, sejam passadas ou futuras, claramente tem ligação com o assassinato de Stangards. O que de importante ela têm para ter uma atenção tão especial, só o futuro poderá dizer. Porém, espero que as coisas comecem a ficar mais claras.

 

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Considerações Finais:

  • A cada episódio que se passa eu fico mais apaixonado por Viola (Guitarra) Davis
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