Mesmo com boa audiência e presença garantida no Top 10 da Netflix, “Império de Amsterdã” (Amsterdam Empire) vem sendo duramente criticada por quem se aventurou a assistir aos seus sete episódios. O drama criminal holandês, que prometia mergulhar nos bastidores de um império do tráfico de maconha em Amsterdã, acabou frustrando o público — e a crítica especializada não teve piedade.
Criada por Piet Matthys, Nico Moolenaar e Bart Uytdenhouwen, a série acompanha Jack van Doorn, dono do “Jackal”, um império de coffeeshops que serve de fachada para um lucrativo negócio de drogas.
Quando Jack é baleado em plena luz do dia, a trama retrocede um mês para revelar os segredos, traições e rivalidades que levaram à tragédia. No papel, parecia uma mistura explosiva de luxo, poder e vingança. Na prática, segundo os fãs, o resultado é um drama sem ritmo, mal escrito e cheio de cenas constrangedoras.
O motivo de Império de Amsterdã ser detonada

De acordo com os críticos, o grande problema é que a série não se leva a sério. Em vez de explorar o impacto moral das decisões dos personagens, aposta em um humor forçado e situações absurdas, que tiram qualquer peso da história. “É uma mistura de novela barata com comédia involuntária”, resume o texto.
Além disso, o público também criticou o visual genérico e a falta de emoção nas atuações, apontando que o elenco parece “desconectado” da trama. Nas redes sociais, muitos dizem que “Império de Amsterdã” é “tão bonita quanto vazia” — um daqueles casos em que o marketing vendeu uma série de crime intenso, mas entregou um melodrama cansativo.
Ainda assim, a produção segue entre os mais vistos da plataforma, impulsionada pela curiosidade dos espectadores — mesmo que seja para confirmar o motivo de tantas reclamações.