Jesse Williams, de Grey’s Anatomy, se solidariza com morte de vereadora no RJ

Imagem: ABC/Facebook/Divulgação

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Ator publicou nota nas redes sociais…

A morte da vereadora Marielle Franco, brutalmente assassinada no Rio de Janeiro na última quarta (14), deixou o Brasil entristecido. E um dos atores de Grey’s Anatomy, Jesse Williams, se mostrou solidário com a situação.

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Williams fez um post em sua conta no Instagram destacando a notícia, e prestando uma homenagem para a vereadora.

Trecho sobre a vida e o legado revolucionário de Marielle Franco: ‘Uma das figuras políticas mais promissoras, carismáticas e amadas do Brasil foi brutalmente assassinada na noite de quarta-feira no centro do Rio de Janeiro, no que os funcionários concluíram ser um assassinato político direcionado.'”, escreveu o ator, referenciando à uma matéria de Glenn Greenwald do jornal britânico The Guardian.

Franco foi morta depois de deixar um evento intitulado ‘Jovens mulheres negras que estão mudando estruturas de poder’. A polícia acredita que ela foi monitorada por seus assassinos desde o momento em que ela saiu do prédio, que é como eles sabiam exatamente onde ela estava sentada no carro. O que é mais notável, e mais devastador, sobre o assassinato de Franco é quão improvável e única sua trajetória foi para o palco público. Uma mulher negra LGBT + em um país notoriamente dominado por racismo, sexismo e dogma religioso tradicional, ela foi criada em uma das maiores favelas, mais pobres e mais violentas do Rio, o complexo de Maré.“.

Ator ainda destacou a trajetória e vida pública da vereadora…

Ele ressaltou que “Ao assumir o cargo de vereadora, Franco imediatamente usou sua nova plataforma para se concentrar no que se tornou o trabalho de sua vida: investigar, denunciar e organizar a violência policial infligida aos pobres residentes negros da cidade“.

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Excerpt on #MarielleFranco’s revolutionary life and legacy: “One of Brazil’s most promising, charismatic and beloved political figures was brutally murdered on Wednesday night in downtown Rio de Janeiro, in what officials have concluded was a targeted political assassination. Franco was killed after leaving an event entitled ‘Young Black Women Who Are Changing Power Structures’. Police believe that she was monitored by her killers from the time she left the building, which is how they knew exactly where she was sitting in the car ensconced by tinted windows. What is most notable, and most devastating, about Franco’s murder is how improbable and unique her trajectory was to the public stage. A black LGBT+ woman in a country notoriously dominated by racism, sexism and traditional religious dogma, she was raised in one of Rio’s largest, poorest and most violent slums, the Maré complex. She became a single mother at the age of 19, but graduated college, obtained a masters in sociology, and then became one of the city’s most effective human rights activists, leading often dangerous campaigns against pervasive police violence, corruption and extra-judicial murders that targeted the city’s poor, black residents with whom she grew up. In 2016, she ran for public office for the first time as a candidate for Rio’s city council and was elected with a massive vote. The results stunned the city’s political class: as a first-time candidate, a black woman from Maré became the fifth most-voted candidate in the city (out of more than 1,500 candidates, 51 of them were elected). That success solidified Franco’s status not only as a new political force to be reckoned with, but as a repository of hope for Brazil’s traditionally voiceless and excluded groups: its favela residents, its black and poor, and women. Upon assuming office Franco immediately used her new platform to focus on what had become her life’s work: investigating, denouncing, and organising against police violence inflicted on the city’s poor, black residents.” by Glenn Greenwald #MariellePresente

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Williams, que esteve no Rio de Janeiro no começo deste ano, encerrou seu post com hashtag #MariellePresente, usada na campanha da vereadora e, posteriormente, como homenagem após seu assassinato.

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