Crítica: 22×14 e 22×15 de Law & Order: SVU trazem força e polêmica

Dois Episódios. Dois psicopatas.

Post-Graduate Psychopath, Law & Order: SVU
Imagem: NBC/Divulgação

Nesta semana, nós faremos algo diferente: duas resenhas numa só. Avaliaremos dois episódios de Law & Order: SVU afim de preparar terreno para a grande Season Finale que se avizinha. Sendo assim, temos análises do que assistimos em Post-Graduate Psychopath e What Can Happen in the Dark. Será que valem a sua atenção?

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22×14: “Post-Graduate Psychopath

Post-Graduate Psychopath, Law & Order: SVU
Imagem: Virginia Sherwood/NBC

Em Post-Graduate Psychopath, temos um antigo conhecido da unidade de vítimas especiais pronto para ser colocado em liberdade condicional. O problema é que, embora o sistema entenda que ele está ‘reabilitado’, algo soa estranho no comportamento de Henry Mesner (Ethan Cutkosky). Será que ele estaria mesmo pronto para viver em sociedade?

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A resposta é um sonoro “não”. Mas isso é descoberto tarde demais. Para quem não lembra, o personagem apareceu pela primeira vez em “Born Psychopath“, um episódio maravilhoso da décima quarta temporada, quando foi considerado suspeito e, em seguida, responsável pelas graves lesões sofridas pela irmã.

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Felizmente, a produção consegue replicar o feito e entregar um episódio igualmente delicioso e intenso. Esse efeito acontece, sob grande responsabilidade da direção determinada e experiente de Norberto Barba, de Grimm, assim como Preacher e outras boas séries do gênero.

Desde as múltiplas carnificinas até a sequência com refém trazem o telespectador para dentro da história e envolvem com a ação. É intenso. Qualidade que os episódios de Law & Order: SVU não tinham há muito tempo.

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22×15: “What Can Happen in the Dark

What Can Happen in the Dark, Law & Order: SVU
Imagem: NBC/Divulgação

Em What Can Happen in the Dark, temos o vizinho do vice-chefe de polícia, Christian Garland (Demore Barnes) tendo problemas. Artista da Broadway, ele precisa se reinventar para sobreviver em meio à pandemia. O problema é que, por mais que ele tente, sua esposa, Diana (Anna Wood), continuará exercendo uma força e dominação sobre ele e seu filho.

O acerto do roteiro é propor uma história de abuso com os papéis invertidos. Não é uma grande sacada, mas algo importante de ser tratado nesses tempos. Caso tenha interesse, recomendo a leitura de uma reportagem muito boa publicada pela BBC News em março de 2019.

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No entanto, apesar das boas ideias, o roteiro se apoia, ou melhor, se joga em clichês e melodrama para se desenvolver. As cenas do julgamento, por exemplo, daria inveja para os produtores de Casos de Família ou do extinto The Jenny Jones Show, pioneiro da exploração do cotidiano.

Em conclusão

Os dois episódios mais recentes de Law & Order: SVU partem do mesmo pressuposto: o psicopata dorme ao lado. Propostas ótimas para este momento, ainda mais agora que estão ou pelo menos aqueles que podem ficar em casa. O problema, entretanto, é que “Post-Graduate Psychopath” escolhe o caminho certo, enquanto “What Can Happen in the Dark se rende a tentações novelescas.

E então, o que achou dos episódios? Deixe nos comentários e continue acompanhando as novidades aqui no Mix de Séries.

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