Legends of Tomorrow – 2×11 – Turncoat

Imagem: Banco de Séries
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Parece que o grupo de heróis desajustados finalmente encontra seu rumo. Impressionante como as vezes, apenas um episódio da série que você acompanha pode mudar totalmente o seu ponto de vista. Esperava não gostar dessa temática antiga, acreditava que teríamos mais um episódio histórico sem muita influência no plot principal. Mas realmente fui surpreendido com grandes cenas que irão repercutir por um bom tempo na série. Uma mesma dinâmica contada de maneira diferente pode realmente surpreender a quem assiste.

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Nada melhor do que começar com um personagem que tem seus grandes momentos isolados. Jax foi uma aquisição preocupante para o universo DCW, mas que se mostrou extremamente útil. Os episódios em que ele possui certo foco, são dotados de novos pensamentos em relação a condução da série. Essa experiência de capitão mostrou certa maturidade sendo desenvolvida no personagem. As cenas com Rip mostraram o quanto o personagem tem grandes exemplos em seu time e aprende com eles. Uma dinâmica interessante que proporcionou certa afetividade com um personagem não tão expressivo.

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Em contrapartida, temos exemplos claros de personagens que nunca tiveram certa evolução e são jogados a situações extremas para tentar um desenvolvimento. Nesse aspecto, Rip Hunter tira de letra. A empolgação inicial do capitão montar seu time de Lendas já acabou. Sara está fazendo um trabalho incrível no comando da Waverider. Mesmo que pouco, os personagens estão se desenvolvendo sem a colaboração do ex-capitão. Então pra que diabos ele continua aqui?? Exatamente pra criar uma certa discussão entre os fãs e um sentimento de amor/ódio pelo personagem.

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Situações desesperadas pedem medidas desesperadas, mas nem todas nos convém. Realmente esse foi meu pensamento quando vi Nate e Amaya juntos no teaser. Criei teorias de separação, fiquei imaginando o nível de loucura dos produtores. Realmente acreditei que eles estavam fazendo algo insano. Mas aí eu quebro a cara vendo a atuação de ambos e gostando do casal. Realmente não queria me sentir assim, mas quando vi, já estava shippando. Eles criaram uma empatia meio forçada mas que deu certo no meu ponto de vista. Temos exemplos clássicos de casais que nunca funcionaram por aqui e que não fazem falta. Ray e Kendra são um grande exemplo. O que sempre me preocupar é a romantização excessiva que traz um desgosto dos plots individuais de cada personagem. Espero que eles saibam trabalhar bem com esse casal em ascensão.

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Sempre me divirto com as pérolas de Mick. A abertura com sua voz foi incrivelmente divertida. E quem diria que o clássico anti-herói iria virar exemplo para o primeiro presidente dos USA. Foi uma construção de “amizade” bem leve e sem muito esforço. Mick tem esse jeito irônico que agrada muito em cena pela diversão. Nestes momentos bate aquela saudade dá incrível dupla com Snart. Mas pelo menos o personagem conseguiu desenvolver sozinho, sem queda de qualidade pela saída do outro. O mais interessante de se ver é a presença de espírito que o ator conseguiu imprimir, trazendo diversão as cenas.

O episódio da próximo semana traz o futuro ao passado. Camelot é um dos clássicos mundiais, retratado de infinitas maneiras na mídia e que vem de uma forma peculiar para a série. Espero vocês na próxima semana com mais comentários. Continuem acompanhando o Mix para mais novidades. Até lá!