Legends of Tomorrow – 2×13 – Land of the Lost

Imagem: Banco de Séries

Sabe a primeira temporada? Sim, aquela com o Savage, que foi um fracasso ao abordar os gaviões, que nos tirou Snart, um dos personagens preferidos da série. Que também trouxe tédio e fez com que a série perdesse inúmeros fãs. Pega ela toda e junta. Une tudo que aconteceu em uma caixinha e compara com esse episódio. Veremos que ela não chega aos pés do acontecimento de agora. “Land of The Lost” traz momentos hilários e um retorno não muito agradável. Contudo, até mesmo este evento me fez pensar um pouco sobre a evolução demonstrada pela série no último ano.

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Sim, depois de muita luta, Rip consegue recuperar suas memórias de volta. Mas não foi fácil trazer o ex-capitão de volta. Eu, particularmente, ainda prefiro ter a linda Sara Lance no comando. Vamos aguardar para ver como vão abordar este fato. Contudo, a luta para o retorno de Rip não foi fácil. Cenas icônicas foram trazidas à tona. Que saudades eu estava de nossa Canário Branco. Sara abandonou um pouco seu uniforme depois que tomou as rédeas da situação. Mas ele se encaixa tão lindamente na garota que não contive o entusiasmo. Sempre é interessante ver o embate de duas personalidades. Agora, alguém podia dar um toque na galera da computação. Aquele Firestorm foi uma cagada gigantesca em termos de efeitos visuais. Deu um pouco de vergonha de ser fã da série quando vi, mas já passou.

Sempre que um personagem é adicionado, mesmo que para um evento recorrente, já imagino como ele poderia se adequar ao time. Tenho certeza que foi unânime o pensamento de que a Guideon humana é uma pessoa incrivelmente legal. O pouco da participação da voz de nossa queria I.A. já me fez querer muito mais da atriz na série. Ela foi capaz de deixar o personagem de Rip mais interessante e olha que isso é muito difícil. Crucial para seu retorno, vimos ela ser destruída em seu subconsciente. Isso me faz pensar nas fantasias de Rip com aquela voz, mas o sentimento de repulsa pela situação me permite esquecer kkkk.

O que mais me impressionou nestes quarenta e poucos minutos, foi perceber como a série trouxe pensamentos discutíveis do universo DCW. Um exemplo claro que encaixa à essa situação é a relação de Nate e Amaya. Acho que não passaria tão cedo pela minha cabeça o fato que a relação dos dois é atemporal. E ainda tivemos mais! Nunca pensei em como isso afetaria a vida de Mari, minha eterna e adorada Vixen do século XXI. Justo agora que estava me simpatizando pelo casal e me vi shippando de uma maneira tranquila, sem muito esforço. Enfim, não vai ser fácil acabar com esse casal na série e ainda mais difícil aceitar o fim de algo que começou de forma naturalmente forçada.

As sátiras da inteligência e índole de Mick ainda me fazem chorar de rir. O personagem se encaixou muito bem sem o parceiro na série e, apesar de fazer uma grande falta, Snart não o prende mais em seu plot. Sara também vem repleta de tensões sexuais e divertidas na série. Impossível não shippar ela com Guideon depois desse episódio. Acredito que eles ainda se utilizarão desse evento para algumas piadas e momentos cômicos/constrangedores da série.

Já está ficando clichê utilizar dos eventos da NASA em produções temporais. Mas ainda assim, não me canso de ver as confusões da primeira vez que o homem pisou no espaço. O próximo episódio utiliza do tema para finalizar as peças da Lança do Destino. Com tudo se endireitando, estamos mais do que prontos para ver como o artefato pode alterar importantes eventos do universo DCW. Continue acompanhando o Mix para mais novidades e nos vemos na próxima semana. Até lá… 😀

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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