Lethal Weapon – 2×05 – Let It Ride

Imagem: YouTube/Reprodução

Depois de duas semanas de espera, podemos novamente rever as aventuras de Martin e Roger pelas ruas de Los Angeles. Atrevo-me a dizer que valeu a pena esperar! Finalmente nosso querido Leo Getz apareceu, Riggs nos mostrou um pouco mais sobre seu passado obscuro e está cada vez mais aberto às investidas do parceiro de fazê-lo parte da família.

Por muito pouco eu não fico surpreso ao perceber que os policiais estavam saindo do local da cena do crime para evitar contato com o advogado chatão. Essa parte foi hilária. Mais hilário ainda foi ver os dois detetives indo em direção ao morto, sem saber no que estavam se metendo e dando de cara com Leo Getz que teve suas suspeitas confirmadas de que o caso se tratava de um assassinato e não de uma morte natural.

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Quando Leo estava fazendo o funeral do amigo/cliente no bar, lembrou bastante seu personagem na série de The Odd Couple, o Felix Unger, onde, parte do desenrolar da série acontecia num bar próximo à casa dele. Ambos os personagens possuem muitas características semelhantes, o jeito de falar, as entonações de voz, as confusões por conta de falas ambíguas e o jeito destrambelhado de fazer as coisas. Embora estivesse muito ansioso pela volta do personagem, não achei que foi tão engraçado como eu esperava, parece que o humor de Thomas Lennon fica meio manjado com o tempo e ele acaba perdendo parte da graça, mas ainda assim eu gostei de vê-lo novamente.

Imagem: YouTube/Reprodução

Leo é um cara tão eficiente no seu trabalho que deu até o nome de “time B” para a dupla Bailey e Bowman. Essa dupla parece ainda não se entender muito bem. O detetive galã com a ingenuidade de sempre e a detetive sempre séria, tentando ignorar o companheiro. Fico pensando que seria legal se rolasse um romance entre os dois, acho que isso daria um bom enredo para a trama da série. Voltando ao Leo, foi muito engraçado ver que, assim como nos filmes da franquia, o advogado estava sempre tentando se aproximar dos detetives como se eles fossem melhores amigos e a dupla sempre criando uma desculpa ou simplesmente ignorando os apelos emocionais de Leo.

O Capitão Avery apareceu muito pouco e nem vimos a agente Gina Santos em cena, com sua presença marcante. Desde a última conversa que os dois tiveram sobre o risco de o capitão estar liderando a dupla explosiva, não vimos mais notícias sobre essa situação.

Os momentos da infância de Martin começam a explicar melhor o porquê de ele agir dessa forma tão maluca. As pressões psicológicas e a insanidade do pai marcaram o detetive de uma forma bem intensa. O drama vivido por ele com o reboque do trailer mostrava muito mais do que ele gostaria de admitir, e achei muito legal ver a Trish se posicionar e dar uma chamada de atenção nele para que ele pudesse se reerguer. As conversas que eles tiveram ao longo desse episódio foram bem profundas, é visível o interesse da advogada em contribuir para o bem estar de Riggs. Lógico que a solução encontrada por ele no quesito “nova moradia” não foi a mais indicada, roubar o próprio trailer e esconder na casa dos Murtaugh nem de longe parecia uma boa ideia.

A boa notícia é que no final das contas, Riggs aceitou estar no testamento de Roger, mesmo que seja para tomar conta do molho de churrasco da família e, pelo menos nesse episódio, nada de ruim aconteceu com o carro de Roger. Vamos aguardar para ver se essa maré se preserva.

Até a próxima!

Albert Moura

Albert Moura

Jornalista e seminarista, além de pai de primeira viagem. Casado com a Ana, mas amante das séries. Atualmente acompanha Outcast, Better Call Saul, American Gods, Lucifer, Gotham, o universo Marvel, Arquivo X e mais algumas, além de também ser um eterno fã de Friends. No Mix, escreve sobre Preacher e Lethal Weapon.

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