Limitless – 1×10 – Arm-ageddon

Imagem: Banco de Séries
Imagem: Captura de Tela/Reprodução

 

Continua após publicidade

Um episódio dedicado as consequências. Talvez seja a melhor descrição que possa ser feita desse episódio de Limitless. Depois de um episódio intenso caçando os most wanted, a série se volta para Brian e – surpreendentemente – para Boyle para fazer perguntas inevitáveis, não só aquelas expressas pelo pai de Brian, mas perguntas sobre os caminhos que o próprio Brian ainda pode trilhar.

Continua após a publicidade

É claro que o personagem de Ron Rifkin – e, por extensão, seus argumentos – tem suas falhas. As noções de coação e luta extremamente patrióticas (e extremamente Americanas) fazem do discurso dele menos interessante, e até pouco atrativo. Ele pode estar certo sobre a ilegalidade, sobre a hierarquia e tudo mais, mas depois de dois ou três minutos, os argumentos dele beiram a babaquice.

Continua após publicidade

Enquanto isso, numa parte mais interessante do episódio – by the way, standing ovation para a produção pela escolha do espetacular “caso da semana” – o já tradicional show de referências da série não decepciona. Quase morri de rir quando o cara que Finch comparou com o Q de 007 (que, por acaso, se chamava Quentin) mandou o cartão só com o Q para Brian.

Toda a composição do título também teve um tom de macabro hilário que já está virando marca registrada da série. Depois de caçar hackers e de receber uma proposta de emprego tentadora, Brian ainda teve a oportunidade de fazer o trocadilho “Arm-aggedon”, e isso é uma coisa que não se vê todo dia.

Continua após publicidade

As cenas dele com Rebecca também são um momento que vale a pena mencionar. Toda a insegurança de Brian na relação com o pai permeia todo o episódio, e trazer isso para um momento compartilhado por ele e Rebecca resultou numa cena bem linda. O companheirismo da dupla tem sido muito bem trabalhado até aqui, o que só nos leva a imaginar quando essa relação será testada novamente.

Mas, no fim das contas, o que realmente ficou do episódio foram as surpresas. Primeiro temos o fato de que Aaron na verdade era sim culpado. O soldado parecia convincente até o último segundo e nos fazer revisitar a noção de coletividade – apresentada por Rebecca e descartada mais cedo no episódio – foi uma jogada de mestre. E é claro, temos a pièce de résistance desse final, as ameaças que o pai de Brian fez a Naz. É óbvio que ele é um homem com um plano, e mesmo que ele esteja agindo para o que ele pensa ser os melhores interesses do filho, ele se quer começou a arranhar a superfície, já que ele desconhece o “pequeno” detalhe que é o Senador Morra.

Continua após a publicidade
O MIX DE SÉRIES atingiu 10 milhões de visitas mensais e vamos ensinar tudo que aprendemos nessa caminhada! Aumente o tráfego do seu site com técnicas avançadas de SEO.
Faça seu pré-cadastro aqui!

Limitless nos deixa com mais um de seus momentos divertidos – para dizer o mínimo. Infelizmente, o final merece uma queixa. Afinal, quem entre nós não esperou que Brian fizesse a piadinha do “I’m the fastest man alive”?