Marvel’s Agent Carter – 2×09 – A Little Song and Dance

Imagem: Arquivo Pessoal.
Imagem: Arquivo Pessoal.
Imagem: Captura de Tela/Reprodução

 

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E o que dizer desse episódio simplesmente espetacular?! Sim, eu percebo a natureza extremamente clichê das linhas de abertura da minha review, mas não há nada mais apropriado que possa ser dito. Quando você abre um episódio com Hayley Atwell provando que ela é linda de morrer, mais ainda em preto e branco, é meio difícil não ficar speechless. Mais ainda quando você percebe que, mesmo quando a ameaça de cancelamento paira sobre a nossa agente favorita, a série não cansa de nos surpreender.

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“A Little Song and Dance” abre o episódio com exatamente o que o título sugere. Revemos o irmão de Peggy, Angie e até uma versão não tão má do Dr. Wilkes, tudo isso para sermos chocados com o número de música e dança de Sousa. Isso mesmo, Marvel’s Agent Carter fez um episódio extremamente… musical. Não, não importa que tenha sido um sonho/alucinação. Foi simplesmente espetacular! Até mesmo o número de dança extremamente Glee nos anos 40 foi impagável. Peggy cantando, dançando, Jarvis num smoking e um soco de Rose? Isso sim é entretenimento.

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Mas de volta aos assuntos sérios, enquanto Thompson usa seu status como bocó para tentar salvar Sousa e o Dr. Samberly e brinca de ser o bad guy machão que faz a decisão que ninguém quer (ou deveria querer) fazer, Peggy e Jarvis conseguem fugir do caminhão só para ter uma das discussões mais hilárias e ao mesmo tempo mais profundas já protagonizada por eles. E é claro, mesmo depois do que só pode ser classificado como um verdadeiro chilique, Jarvis acaba seguindo Peggy mesmo assim. Parece que a parceria desses dois não acaba, mesmo nas piores situações.

É claro que a briga no deserto foi muito mais sobre a dinâmica – e as consequências dela – deles dois como um time do que qualquer outra coisa. Peggy tem sim uma consciência das perdas que ela sofreu e das que o estilo de vida que ela leva exigem, sendo Ana a mais recente dessas vítimas. Jarvis tem que conviver com a mentira de não ter contado a Ana que ela não pode mais ter filhos. É claro que se os dois não trabalhassem juntos, isso não teria acontecido, mas todas as coisas boas, todas as vezes em que eles fizeram a diferença também não. É fascinante que, mesmo na face de um possível cancelamento, não falte a Marvel’s Agent Carter a coragem para levar seus personagens a certos extremos, a certos conflitos essenciais que envolvem a essência de toda grande parceria.

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ADOREI ver Peggy partindo pra cima de Vernon e socando a cara dele repetidamente. Não importa que ele tenha deixado Thompson e Sousa vivos e esteja, em tese, colaborando com o plano deles. Ele ainda é um cretino, e vê-lo apanhar foi quase tão bom quanto ver Peggy aplicar o inibidor de memória repetidamente em Hugh Jones.

Ana Jarvis também não ficou atrás nesse episódio fantástico. Mesmo ainda estando em recuperação, ela conseguiu roubar a cena, lembrando a Jarvis que ele ainda é tudo o que Peggy realmente tem. Espero que, mesmo não podendo mais ter filhos, ela consiga se recuperar, porque ela se prova um personagem muito bom a cada dia que passa.

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Decididamente, a série nos deixou com todas as perguntas e absolutamente nenhuma das respostas que queríamos. A season – que pode ser seriesfinale promete ser tão chocante quanto a da temporada passada. O que aconteceu com Whitney, Wilkes e até mesmo Vernon depois daquela explosão de zero matter? Terá Carter atirado em Thompson? E será que ele usou o detonador? Todas essas respostas nos aguardam em “Hollywood Ending” e acho que ninguém vai querer perder. Então, só resta dizer au revoir e até a próxima review!