Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 3×08 – Many Heads, One Tale

Imagem: Banco de Séries
Imagem: Banco de Séries
Imagem: Captura de Tela/Reprodução

 

Continua após publicidade

Mais uma semana de S.H.I.E.L.D. chegou e partiu, e não poderíamos deixar de comentar tudo o que aconteceu desta vez. Many Heads, One Tale” é um episódio de preparação. Depois de tudo o que já passamos na temporada (e de sermos pegos de surpresa por algumas das coisas que foram reveladas neste episódio), a série se prepara para mais um embate entre Coulson e a H.I.D.R.A., o que requer uma nova dinâmica na equipe e certos níveis de encerramento no arco da ATCU. Nesta semana, tivemos um gostinho de tudo isso.

Continua após a publicidade

O episódio já começa assustador. Gideon Malick já tinha provado repetidamente que ele não era boa coisa, mas esse tom “Bram Stoker’s Dracula” que ele adotou durante o jantar com Ward foi de apavorar. Toda essa conversa sobre tradição, simbologia só provam a minha teoria de que ele é bem mais do que simplesmente um membro da velha guarda da H.I.D.R.A. – mais um na lista do que não conseguiram matar Ward (que parece ter recebido um upgrade em suas habilidades de assassino).

Continua após publicidade

Surpresas o episódio teve de sobra. Coulson me pegou de surpresa por não estar realmente só sendo gentil com Rosalind. Ele tinha um plano o tempo todo, e acho que nós ficamos tão chocados quanto a própria Roz ao descobrir isso.

May também não deixou de nos surpreender. Ela tinha todas as razões para querer a cabeça de Lincoln, já que, embora ela mesma tenha decidido atacar Andrew, esse não era um direito que ela se sentisse inclinada a compartilhar com o garoto-problema que Daisy trouxe para casa. Mas sendo quem ela é, a nossa Cavalaria tenta entender o rapaz ao invés de simplesmente odiá-lo.

Continua após publicidade

Num combo de trollagem, surpresa e humor, quase morri de rir ao ver o visual geek de Hunter, e qual não foi a minha surpresa quando ele começou a discutir computação avançada como se fosse a coisa mais trivial do mundo? É claro que Daisy era a fonte das informações, mas, mesmo assim, foi bem engraçado (“Username: God Save the Queen” foi uma das melhores piadas do ano).

A série também não economizou nos contrastes. Seja na loucura de Malick – que beira a do Red Skull – ou pela reafirmação extremamente gráfica da psicopatia de Ward (saltar de um avião só para se provar no “topo” da cadeira alimentar? #StandingOvation!), o esforço (bem sucedido) da série para colocar os pingos em todos os “i’s” permeou o episódio

Continua após a publicidade
O MIX DE SÉRIES atingiu 10 milhões de visitas mensais e vamos ensinar tudo que aprendemos nessa caminhada! Aumente o tráfego do seu site com técnicas avançadas de SEO.
Faça seu pré-cadastro aqui!
Imagem: Banco de Séries
Imagem: Captura de Tela/Reprodução

Mas as surpresas não ficaram só a cargo da trama principal. Na trama secundária favorita de todos nós, peço licença ao leitor para deixar o fanboy e shipper em mim escrever as próximas linhas, porque, gente! O que foi esse momento Fitz-Simmons?! Depois de tudo o que a dupla passou, e considerando toda a situação com Will, estava difícil saber o que esperar da relação deles, o que só tornou o surto de Jemma ainda mais confuso. E mais uma vez, Fitz vai atrás dela, com toda aquela intensidade dos sentimentos não-resolvidos entre eles e desabafa como numa daquelas comédias românticas bem clichê, só para ter que ouvir que ela realmente ama Will. E como se isso não fosse suficiente para nos matar, ainda teve beijão – FINALMENTE! – e Simmons dizendo “you dove through a hole in the universe for me!”. #MuitasEmoções

Enquanto isso, na ATCU, uma realização terrível começa a tomar forma em nossa mente. Enquanto Malick e Ward estão aprontando por aí, Bobbi entra no laboratório e começa a notar que as coisas não parecem nada normais. Talvez tenham sido as pílulas de óleo de peixe, ou o fato de que ela acha resíduos de sobrevivência ao processo de transformação, mas fica claro que a ATCU não estava curando, e sim fabricando seus próprios Inumanos.

De volta à base, a cartada de Coulson finalmente atinge Rosalind em cheio. Trancada na sala de contenção, a chefe da ATCU agora tem que convencer o Diretor da S.H.I.E.L.D. de que ela é só mais um meio para um fim, e não uma das muitas cabeças sobreviventes da H.I.D.R.A. caso ela queira continuar livre. E mesmo sabendo que, quando o assunto é Agents of S.H.I.E.L.D., tudo é possível, não acho que Rosalind fosse mais do que uma peça no plano maior de Malick.

No departamento de showdowns, não há queixas a serem feitas. Bobbi não conseguiu derrotar vários agentes normais – e tirar onda com Hunter no processo – como usou o que parece ser um truque e tanto com seus bastões para trazer de volta seu lado mais Mockingbird, algo que já estava fazendo falta.

O supremo soco no estômago que o episódio nos dá é revelar – e reinventar – a origin story da H.I.D.R.A. da maneira mais improvável possível. Todos os problemas com o Red Skull e tudo aquilo que já vimos no MCU agora são postos em xeque, quando descobrimos que, hang on to your hats, a fundação da H.I.D.R.A. está intimamente ligada aos Inumanos, e ao planeta para onde Jemma, Will e tantos outros foram mandados. E, para piorar, descobrimos que pedaços do monólito (mesmo que ele tenha, sim, sido destruído) ainda existem e que o plano-mestre de Malick é trazer de volta o evil Inhuman que foi banido?

É claro que não poderíamos terminar um episódio de S.H.I.E.L.D. com respostas – otherwise, it wouldn’t be fun –, então somos deixados com uma avalanche de novas dúvidas. O que mais Malick sabe/planeja fazer? Como Ward se portará nessa nova parceria? Qual será o destino de Andrew (que parece marcado para o mesmo destino que Will)? Será que Fitz e Simmons vão finalmente se acertar? Qual será a reação de Coulson a tudo isso? Para descobrir as respostas, teremos que continuar assistindo, e é claro, conferindo as reviews aqui no Mix. Então, por hora, só resta dizer au revoir!