Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 3×15 – Spacetime

Imagem: Arquivo Pessoal/Richard Gonçalves
Imagem: Arquivo Pessoal/Richard Gonçalves
Imagem: Captura de Tela/Reprodução

 

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“Yeah. Day got weirder.”

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. parece disposta a provar que nunca, em parte nenhuma do MCU, Nova York vai ser um lugar calmo. Tony Stark, foram os Vingadores com aquele “pequeno” problema dos Chitauri, depois Matt Murdock e o Kingpin, Jessica Jones e Kilgrave… “pacato” não é um termo aceitável se o local for NY.

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S.H.I.E.L.D. chegou com um episódio bem explosivo, trazendo um Inumano que concede visões do futuro e um ataque massivo da HYDRA em plena luz do dia. Mísseis no meio da rua? Cadê o toque sutil, Malick? Bom, o que importa é que “Spacetime” começa bombástico, mais uma evidência da qualidade das traquinagens que Marvel reserva para nós.

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Imagem: Banco de Séries
Imagem: Captura de Tela/Reprodução

Mas, enquanto Daisy tem que lidar com o conhecimento de um futuro sombrio, somos forçados a morrer de tanto rir – porque ridículo é a melhor descrição – com o momento “recém-chegado na Matrix” de Hive. Se o personagem anterior de Brett Dalton já era caricato, roubar o traje e os trejeitos de Neo (ou seria do Agente Smith? Hive tem mais essa cada de vírus do que de “Escolhido…) não ajudou muito. Pelo menos o resto dos momentos dele foram muito melhores do que a escolha do guarda-roupa. O confronto moral dele com Malick foi algo interessante. Afinal, até agora, fomos levados a acreditar que o parasita é tudo aquilo em que Malick acredita, e que ele mudará permanentemente o status quo do mundo, mas ver que, como todo bom monstro, ele tem uma agenda específica (que envolve lições de como ser um vilão ainda mais vilão para Malick) foi sim uma reviravolta positiva.

Talvez a questão de real poder proposta por Hive só seja superada pela natureza daquilo que o #TeamCoulson se prepara para enfrentar. Contrariar o tempo e o espaço não são tarefas fáceis. E embora a explicação de Fitz tenha sido tão complicada como deveria, a história toma forma no momento em que, mesmo que uma parte mínima da consciência dele – a.k.a. May – soubesse que Daisy jamais deixaria de tentar ajudar um Inumano, Coulson decide tentar contrariar os eventos, passando assim a ser a causa dos acontecimentos – sim, é um paradoxo gigante, mais eu não sou o Doctor, então a minha explicação não é tão boa quanto a dele, ou quanto a de Fitz.

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E, como era esperado, uma razão para que as coisas se desenrolem como elas foram traçadas logo aparece, quando ninguém menos que Andrew/Lash aparecem na base da S.H.I.E.L.D., no que ele alega ser um adeus. As cenas dele e May foram tanto trágicas quanto cômicas, porque ao mesmo tempo que ela precisa reviver todas as coisas que ela teve que passar com ele, é inegável que o Andrew dela já não existe mais, e que o que restou é muito mais parte de Lash do que qualquer outra coisa.

No fim, as coisas acabam acontecendo exatamente como vimos que elas aconteceriam, embora o significado e a ordem desses acontecimentos seja diferente daquela que imaginamos a princípio. O tempo tem essa mania engraçada de ser um monte de “wibbly wobbly… time-y wimey… stuff”. A única certeza que temos é que Daisy viu o mesmo futuro sombrio que nos foi anunciado no retorno da temporada, e acho que as coisas ficarão muito mais complicadas agora. Malick não parece ter mais o controle dos seus bichinhos de estimação – algo que sempre acontece quando de brinca com coisas que não se tem completo controle, menos ainda a habilidade de exterminar – e não sei se fui só eu que notei, mas o #TeamCoulson parece destinado a sofrer outra grande perda – minhas apostas vão para Lincoln ou May.

E vocês, o que acharam do episódio? Quem vocês acham que será a pessoa usando aquela jaqueta da S.H.I.E.L.D. na finale? E qual será o papel de Lash nisso tudo? Como o trailer do próximo episódio promete (e muito!), fiquem ligados na série – e é claro, nas reviews aqui do Mix – para tentarmos desvendar os mistérios que a temporada nos reserva juntos. Au revoir!

 

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