Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 3×17 – The Team

Imagem: Arquivo Pessoal
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Imagem: Captura de Tela/Reprodução

 

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O dia finalmente chegou. Como consequência do ataque de Giyera ao #TeamCoulson, Daisy se viu forçada a chamar à ação seus Secret Wariors, e “The Team”, o episódio desta semana de Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. tinha tudo para ser perfeito… mas começou mal.

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A promo do episódio já tinha entregado o plot de traição dentro da equipe de Daisy, o que fez com que o ritmo excessivamente acelerado que foi imposto pelos primeiros minutos da turma dos Inumanos foi tanto desnecessário quanto redundante.

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Isso se torna evidente quando a situação do #TeamCoulson é mostrada. Eles sim precisavam estar naquele ritmo frenético, lutando para salvar suas vidas e, ao mesmo tempo, defender-se de todos os outros problemas que os capangas de Malick, quer dizer, de Hive – já que Malick agora é decididamente o pet na relação com o parasita – pudessem criar.

Talvez para compensar esse pequeno desacerto no ritmo, S.H.I.E.L.D. tenta nos entreter fazendo o oposto, desacelerando as coisas – talvez até demais – depois de ter plantado a discórdia com a fala de Hive sobre ter um dos seus dentro da S.H.I.E.L.D. e nos mostrando um Gideon Malick que agora é só memórias da filha que perdeu.

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É claro que nem tudo são reclamações. Mesmo no meio da atmosfera de desconfiança que Hive nos deixou, o plot de Mack e Elena continuou sendo uma das melhores coisas acrescentadas a essa segunda parte da temporada. Yo-yo tem o dom de fazer o impossível: tornar o personagem de Mack algo suportável. Achei muito fofo os dois conversando, ela em inglês e ele em espanhol.

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Imagem: Captura de Tela/Reprodução

Outro ponto-chave nos aspectos positivos do episódio foi o interrogatório de Malick. Depois de tudo que essa cabeça da HYDRA custou a Coulson, esperava algo bem diferente para quando esses dois fossem colocados numa sala fechada, mas confesso que adorei o confronto filosófico dos dois.

E o que dizer da piadinha com Batman vs. Superman? Eu sei, eu sei, “estúdios diferentes, materiais diferentes, não se faz esse tipo de comparação!” chill out fanboys! Não importa de onde – embora seja bem óbvio – veio a ideia para a frase, mas Coulson levou a zuera a novos níveis com o seu “I’ve met gods. Gods bleed.”. Em termos de alívio cômico, essa cena só foi superada pela mais engraçada autópsia da história do universo, conduzida por Fitz-Simmons e pelos vários cenários do que os coleguinhas Inumanos poderiam fazer com eles.

Certo, o momento trouble in paradise do #TeamInhumans – que acabou levando a dissolução dos Secret Wariors – e a infecção de Daisy foram os pontos centrais do episódio, mas acho que falo por todos quando digo que ver o maior shipp da série finalmente engatar foi muito melhor (e muito mais preocupante) do que todo o resto. Como Simmons deixou bem claro, ela e Fitz não podem mais perder tempo, e isso é ótimo, mas faz com que a suspeita de que um deles vá morrer na finale aumente significativamente. Assim como na Shondaland, casal nenhum pode ter uma felicidade duradoura em Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

Bom, mas como essas coisas são todas suposições, teremos que nos contentar com o que o episódio nos deixou. Mais uma vez Brett Dalton e Chloe Bennet serão o power couple de uma temporada, agora que Hive e Skye – that’s right, no more “Daisy” for the time being – estão conectados e trabalhando em conjunto. A moça roubou tudo o que o vilão queria, destruiu todo e qualquer rascunho de time que ainda podia existir e, como bônus, trouxe metade da base abaixo numa das saídas mais triunfais possíveis.

Agora nos resta esperar pelo episódio da próxima semana – que, pela promo, promete ser excelente – e pelos eventos chocantes que envolverão a fase #FallenAgent da série.

 

P.S.: R.I.P. Malick. Nem pra se vingar ele serviu.

 

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