Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 3×20 – Emancipation

Imagem: Banco de Séries
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Imagem: Captura de Tela/Reprodução

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Finalmente, e talvez até mais tardiamente do que o esperado, Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D finalmente trouxe – mesmo que com bem menos foco do que na última vez – as reverberações da última grande traquinagem do MCU: Civil War.

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Confesso que, considerando o filme, eu fiz a mesma cara que Coulson ao ouvir que os Vingadores agora trabalham para a ONU. Talvez a maior tristeza tenha sido, não o desacreditar nos mightiest heroes on Earth, mas a morte de Peggy Carter, que chegou como um prelúdio do anúncio feito pela ABC ontem: o cancelamento da série de  Hayley Atwell. Mas, agouros a parte, adorei que Coulson ainda tenha alguma razão em si, e que ele reconheça que nem todos os Vingadores concordam com o Ato de Registro além, é claro, de uma das melhores reafirmações da natureza da S.H.I.E.L.D. old school – que tanto amamos em Agent Carter – como um agente que opera nas sombras.

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Sombras a parte, o choque real foi perceber que Coulson, apesar da futilidade óbvia dessa ideia, ainda mantém os Secret Wariors como uma ideia fixa de algo que possa funcionar num futuro qualquer. E mesmo que tenhamos visto Yo-yo – que, por sinal, cada dia mais faz Mack aceitável na trama e se torna o próximo shipp que precisa acontecer –, não acho que seja preciso muito para perceber que a liderança de Daisy jamais unificará uma equipe depois do que aconteceu até aqui.

“Emancipation” foi muitas coisas, exceto um episódio inteiramente bom. Não me entendam mal! Toda essa estética de falha e erro combina com o momento do MCU e ainda é a repercussão perfeita para a noção de Fallen Agent que encabeça essa parte da temporada. Mas essas constantes polarizações – Fitz-Simmons, May-Lincoln, Mack-autopiedade – parecem cada dia mais despropositadas e redundantes.

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Ainda em notícias preocupantes, o retorno dos Watchdogs à série, num momento tão crucial quanto este, decididamente deixa indicadores de que eles serão um problema muito maior até a finale, mais ainda agora que, num ataque de justiça poética, Hive decidiu que, com a ajuda de James – numa das melhores cenas do personagem até aqui – vai converter os watchdogs, as pessoas que mais odeiam os Inumanos, em Inumanos.

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O plano de mandar Lash para bater de frente com Hive foi ao mesmo tempo inusitado e espetacularmente estúpido. Era óbvio que Lash, pensando na lógica do propósito dos Inumanos, seria a ferramenta perfeita para matar Hive ou salvar Daisy, mas desconsiderar que Hive tem outros Inumanos a seu serviço foi a falha fatal do plano de Coulson. O lado positivo da história ainda é que Lash teve tempo suficiente para usar o seu poder para “purificar” – como não lembrar de Ragnaros, o Senhor do Fogo de WoW e seu “by fire be purged!” – Daisy, antes de ser morto por James.

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Por fim, o episódio parece ter definido exatamente como acabaremos no espaço na Season Finale e, pelo que parece, quem morrerá também. O fim do episódio deixa Mack com o crucifixo de Yo-yo (o outro objeto visto no espaço), mas o trailer (logo abaixo) da Finale dupla mostra que Fitz também manuseará o crucifixo, o que coloca os dois no short-list para morrer. A razão para ir ao espaço também foi definida: a ogiva nuclear.

Então, agora só nos resta esperar pela próxima terça e, até lá, ter aquele medo básico da resposta para a grande pergunta desta segunda metade da temporada: “who will die?”. Por hora, até a próxima semana!

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P.S.: ADOREI a referência de Talbot a “The Good, the Bad and the Ugly”.

P.S.2.: Mesmo que eu não consiga levar John Hannah a sério por causa d’A Múmia, não posso negar que adorei o tom que ele deu a Radcliffe. Não ficar satisfeito com os “cães” de Hive porque eles são “an abomination of science and a very poor reflection of my talents” foi sensacional de tão cínico.

P.S.3: R.I.P. Marvel’s Agent Carter.

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