Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 4×03 – Uprising

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Imagem: Captura de Tela/Reprodução

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“A team divided is a team defeated.”. É assim, e com um enorme blackout que “Uprising”, terceiro episódio da quarta temporada de Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. começa. E embora o slogan extremamente político do novo Diretor seja surpreendentemente pontual, essa equipe já está há muito dividida, e cá pra nós, eu não me incomodaria de dividir Jeffrey Mace em centenas de pedacinhos e removê-lo da chefia da Agência. Não só porque ele é insuportável, mas porque esse tom parental/paternal que ele tem usado com Coulson chega a ser terrível de tão irritante.

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E já que estamos no QG, fiquei muito surpreso que a trama da doença de May tenha sido acelerada tão rapidamente. Certo, isso trouxe Radcliffe para o centro da história e pode ser a desculpa perfeita para a inserção dos LMD’s, mas existe muita coisa para ser sanada além disso. Questões de organização da Agência, o problema dos Watch Dogs e da Resistência Inumana e até mesmo esse momento road trip de Daisy e Robbie ainda precisam ser mais bem trabalhados… Não sei se foi a melhor hora para se colocar May em perigo mortal.

Enquanto isso, adorei que Yo-yo só ganhe mais espaço a cada episódio. A personagem é fantástica, e quando removemos Mack da equação, ou seja, quando ela tem espaço para ser lead em sua própria trama, a Inumana simplesmente não decepciona. Seja pelas piadas com o “padrão estético” imposto às mulheres ou pela sua capacidade de gerenciar e entender a crise instantaneamente (estando no lugar perfeito para isso), cada dia mais ela se torna uma das minhas favoritas pessoais na temporada.

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Divagações deixadas de lado, as cenas de luta continuam a impressionar, especialmente agora que a fragilidade dessa Daisy mais rogue está ficando cada dia mais aparente. Ao mesmo tempo, as jogadas de humor dentro do texto narrativo também se desenvolvem exponencialmente. O diálogo entre Fitz, Mack e Coulson sobre o Rider foi impagável. E como um acréscimo, ver Simmons trabalhar com Radcliffe e ouvir a sentença “Hell, no, I’m not ready! We’re about to kill May.” decididamente são coisas que só acontecem uma vez.

Como um todo, S.H.I.E.L.D. agora trilha um caminho de histórias mais imediatas – algo que a aceleração nas tramas paralelas (possivelmente para abrir espaço para novas tramas paralelas) evidencia. O plot twist envolvendo a Senadora Nadeer (brilhantemente interpretada por Parminder Nagra) abre um novo leque de histórias para se abordar, assim como o ultimato dado por Gabe a Daisy, ambas histórias que prometem progredir muito rapidamente. E agora que May e Simmons estão na casa/laboratório de Radcliffe, falta muito pouco para que as coisas possam seguir ainda mais quentes do que já estão, com o extra perfeito que foi a revelação da “reativação” da S.H.I.E.L.D. para o mundo. Então, não deixe de acompanhar os próximos capítulos e, claro, as próximas reviews. See ya!

P.S.: Estou adorando que a Califórnia não tenha saído do circuito do MCU. Mesmo com o fim prematuro de Agent Carter, foi bom ver Peggy divando pela Califórnia, e mesmo que não seja a mesma coisa, colocar Daisy e Yo-yo pelas mesmas ruas que a nossa espiã favorita decididamente foi uma boa escolha.

P.S.2.: Amei os momentos de Radcliffe e Aida, e mais ainda que ele tenha “sacrificado” parte ou todo o seu projeto para salvar May.

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Richard Gonçalves

Richard Gonçalves

Professor de Língua e Literatura, apaixonado por quadrinhos, música e cinema. Viciado em café, bons livros, boas animações e ocasionais guilty pleasures (além de conversas sem começo, meio nem fim). De gosto extremamente duvidoso, um Reviewer ocasional aqui no Mix de Séries e Colunista no Mix de Filmes.

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