Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 4×06 – The Good Samaritan

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“There’s no such thing as luck. There’s decisions and consequences.”

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. segue firme em sua quarta temporada, e nesta semana, em “The Good Samaritan”, enquanto Coulson enfrentava perigos inesperados, descobrimos mais sobre a natureza do “pacto” de Robbie, além de finalmente termos descoberto o que Joe, sua esposa meio Beetlejuice e o surpreendentemente vilão tio Eli aprontaram no passado.

Gostei da ideia de começar o episódio com um flashback. Mesmo me opondo a maneira rápida e descuidada com que a trama dos fantasmas e do Darkhold foi acelerada, esses vislumbres do passado servem não só para diminuir o ritmo e contextualizar a trama, mas também, funcionam como uma porta de entrada para que o telespectador mergulhe mais “a fundo” na história, se envolvendo mais emocionalmente com ela e, consequentemente, depois desse plot twist do final, fique mais abalado com o todo da coisa.

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O humor de May continua a ser uma pérola no meio de toda essa confusão. A agente passou por maus bocados no começo da temporada, e ver que depois de ser morta, ressuscitada e examinada por Radcliffe ainda existe aquele mesmo “espírito” na nossa Cavalaria é um conforto para os fãs.

Nesse meio tempo, e mesmo considerando a cena de luta espetacular de mais a frente no episódio, o novo Diretor continua a se provar o personagem mais suspeito e potencialmente traiçoeiro da trama – mais alguém sente a atmosfera meio Ward meio Garett envolvendo ele, como se ele estivesse colocando muitos esquemas nefastos em ação e pronto para se livrar de Coulson e sua turma?

Imagem: IMDb/Divulgação

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O fato é que Mace, como era esperado, depois da maneira com que Simmons o encurralou no episódio passado, acabou enviando, muito que por acaso, a nossa adorada Simmons para uma missão confidencial, alegadamente para as autoridades do Governo. E, não satisfeito com isso, ele ainda teve a audácia (para satisfazer as suas maquinações com aquela Senadora) de abordar o Ônibus de Coulson, tudo isso somado às suas críticas a Han Solo e Star Wars. Ainda falta alguma evidência de que ele é um grande bocó?

Mas deixando de lado o verdadeiro inconveniente que é o novo Diretor, vamos para a parte da trama que mais me preocupou: Robbie contar a verdade para o irmão. O que me preocupava na trama não era nem contar a verdade em si, mas sim o fato de que o garoto tem a mesma cara de não confiável que Mace e que Robbie, imerso na culpa pelo estado do irmão e pelo papel que ele desempenhou nisso, acabasse sendo prejudicado. Nevertheless, a série amarrou uma ponta solta ao mostrar – para satisfazer os “fãs” que ainda não tinham separado um do outro – Johnny Blaze e esclarecer de vez como Robbie Reyes “adquiriu” o espírito da Vingança. E, como bônus, descobrimos que Jeffrey Mace não é tão poderoso ou resistente quanto parece.

Contudo, infelizmente, o episódio não parou ali. E agora com Simmons desaparecida, Fitz e Coulson presos nas caixas ou simplesmente apagados da existência, Eli superpoderoso e Mace sem ninguém para servir de oposição, não dá se quer para imaginar o que acontecerá a seguir. E não podemos esquecer que May está com o Darkhold… será que a agente mais letal da S.H.I.E.L.D. vai ser seduzida pelo poder? E onde está Radcliffe e seus L.M.D.’s?

Enfim, todas essas – ou pelo menos algumas delas – respostas nos aguardam no próximo episódio. See ya!

P.S.: Não sei se foi planejado como um alívio cômico, mas decididamente foi hilária a conversa sobre os fugitivos com o singular e plural de goose.

P.S. 2.: Isodyne e SSR? Mais alguém sentindo muita saudade de Peggy Carter?

P.S. 3.: Todo mundo pegou essas referências ao Hulk? Toda essa coisa de “o outro cara” me fez sentir como se estivesse num “extra” do primeiro Avengers.