Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 4×07 – Deals with Our Devils

Imagem: Arquivo Pessoal
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Imagem: Captura de Tela/Reprodução

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Depois de um prolongado e desnecessário hiatus, Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. retorna no novo momento da trama do Ghost Rider. “Deals With Our Devils” continua exatamente onde o episódio passado parou, com Eli adquirindo poderes imensos, Coulson, Fitz e Robbie desaparecidos pela experiência. Simmons, a mando de Mace, trabalhando no que parece ser o casulo de terrigênesis que estava com a Senadora anti-Inumanos e ainda temos que lidar com o evil Director, em quem não confio, solto, no comando da agência e livre de Coulson e qualquer outro que o impeça de fazer o que quiser com a agência, e pior, com Daisy.

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Não gostei da trama forçada de Daisy e do irmão (irritante) de Robbie, cujo nome me recuso a aprender. O garoto causou muito mais confusão na trama até agora, e decididamente é falso e forçado empurrar uma empatia entre ele e Daisy só porque Coulson e Robbie não foram encontrados.

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Já Mack, bom, confesso que o personagem nunca foi um dos meus favoritos, mas ver esse lado mais rogue dele, uma coisa que eu espera de May ou da própria Daisy, jamais de Mack, deu uma certa emoção a trama. Certo, a ideia de perseguir alguém que adquiriu poderes sobre a própria matéria é absurdo, mas foi um ato de bravata interessante de ver. É claro que não foi um impulso original. O Espírito da Vingança está agora controlando Mack, e isso com certeza renderá boas consequências. Pelo menos teremos – para satisfazer os mais “tradicionais” – um Motoqueiro, não apenas um Motorista Fantasma.

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Imagem: YouTube/Reprodução

E já que falamos em May, nunca achei que fosse ver a agente disposta a condenar a si e a qualquer outro só para entender o que aconteceu. Forçar Radcliffe a ler o Darkhold, e usando a empatia que o doutor tem por Fitz como moeda de barganhar? Assustador, até mesmo para a Cavalaria. É claro que foi uma maneira brilhante da produção revelar a May quem Aida realmente é e o que ela pode fazer, mas se a experiência com Ultron nos ensinou alguma coisa, não acho que entregar o conhecimento dos poderes mais obscuros do Universo a uma Inteligência Artificial seja uma escolha de todo sensata.

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Também adorei a maneira com que o “outro lado” foi apresentado. Ver Fitz e Coulson tentando entender o que havia acontecido com eles e ainda sim mantendo uma certa dose de humor na trama foi impagável. E ver Robbie finalmente se integrar a essa dinâmica, não só como um fósforo ambulante com problemas para controlar a raiva, mas como alívio cômico e sidekick deu maior naturalidade à relação dos três.

Agora que Robbie já recuperou seu espírito da vingança – a um custo alto – e ele, Mack, Coulson e até mesmo Fitz/Simmons estão alinhados, as duas linhas de trabalho da temporada rapidamente ficam claras. Destruiremos Eli e, em seguida, teremos que lidar com a consequência do que fizemos: Aida agora possui todo o poder do Darkhold, e isso será um grande problema. Agora só nos resta esperar e temer pelos acontecimentos do próximo episódio, uma Fall Finale que promete, mais uma vez, abalar toda e qualquer estrutura que os fãs ainda têm.

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P.S.: Adorei que o Darkhold tenha se revelado a Aida em código binário. Afinal, qual outra seria a língua original de um robô?

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