Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 4×12 – Hot Potato Soup

Imagem: Banco de Séries
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Imagem: Captura de Tela/Reprodução

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“Hot Potato Soup”, décimo segundo episódio da quarta temporada de Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D., finalmente fez algo que eu esperava desde a introdução da trama dos LMD’s: trazer de volta o agente Koenig, um verdadeiro presente para os fãs vindo direto da segunda temporada e com uma interpretação brilhante de Patton Oswalt.

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Certo, o agente Koenig voltou a trama como alvo da caçada de Radcliffe pelo Darkhold e não pelas minhas suspeitas de que ele fosse também um LMD projetado secretamente por Fury… mas, mesmo assim foi bom revê-lo e ter um episódio cheio excelentes referências e com as doses de humor que faltaram aos episódios anteriores. E tudo isso no episódio em que descobrimos quem era o Superior e qual seu plano-mestre.

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Como ponto positivo, não posso deixar de apontar que a história voltou a se dividir em frontes mais bem delimitados. O núcleo de Fitz-Simmons e Mack agora procura entender mais sobre os LMD’s, como era de se esperar. O núcleo de Radcliffe e Nadeer segue em sua cruzada de insanidade e Coulson e a falsa May colocaram Daisy para escanteio, porque enquanto a preocupação do dia deveria ser resgatar o agente Koenig, não faltaram diálogos melosos entre esses dois.

E é quando olhamos para a separação da trama que dá para entender que essa é a única forma de abordar todas as tramas e subtramas que já foram trazidas e até mencionadas na nossa jornada pela estória central. Fato é que foi preocupante notar que essas jornadas separadas podem acabar levando a vilões separados. Fitz, por exemplo, enfrenta agora bem mais do que a si mesmo ou do que a ameaça de Radcliffe e dos LMD’s: ele enfrenta a memória de um pai que pode muito bem reaparecer para causar problemas. Jemma e Mack provavelmente serão arrastados com ele nessa linha que pode ou não render uma boa história, mas que, com certeza renderá algumas cenas bem whatever.

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Falando em whatever, esse shipp forçado entre a falsa May e Coulson não só desperdiça tempo de cena; a situação só fica mais deprimente a cada dia. Mesmo com a programação perfeita de Radcliffe, de todas as pessoas, Coulson deveria não ser mais capaz desse nível de confiança, nem mesmo em May. E pior, ele é quem melhor conhecia a agente, algo que, garanto, fará o retorno dela e os traumas que se seguirão, muito piores. A nostalgia que tem dominado as cenas que os dois compartilham tem sido até bem legal, mas essa trama em si não parece funcionar, e foi bom que Jemma tenha começado a perceber que May pode não ser realmente May, salvando o plot dela e o de Coulson também.

Deixando de lado essas divagações, achei uma jogada brilhante da produção colocar Patton Oswalt, quer dizer, um dos Koenig, fazendo stand up. Não só pela metalinguagem da coisa ou porque gosto dos comentários que o comediante faz, mas por ser ao mesmo tempo a introdução e o disfarce perfeito – supervisionar um comediante com paranoias governamentais e com discurso anti-S.H.I.E.L.D. que, por acaso, também é um Koenig – para a agente que parecia ter as respostas para todo o mistério.

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O episódio acabou sendo bem melhor do que o anterior, descartou algumas das falhas que mais incomodavam e colocou um rosto no vilão e ainda revelou o alvo do vilão: Coulson. Parecer ser meio fraco como desenrolar, que alguém finalmente tenha percebido que Coulson não está morto (nem mesmo os Vingadores conseguiram tal façanha). Teremos que esperar o próximo episódio para descobrir se esse arco abriga mais do que aparenta.