Masterchef Brasil – 4×03 – A Picadinha

Imagem: Band

Dando continuidade a proposta do episódio anterior que coloca competidores para disputar contra um ou mais cozinheiros, acredito que o programa acertou nessa pequena mudança das temporadas anteriores. Ajuda a criar aquela barriga que o reality precisa para chegar em agosto e já dá oportunidade aos telespectadores para simpatizar com algum concorrente em particular. É uma pegada parecida com Recipe For Deception My Kitchen Rules, mas eu gosto pelo fato de renovar e trazer aquele frescor que um programa longevo precisa.

Com alguns problemas na direção do episódio, principalmente no que se refere aos focos da câmera que se perdiam entre a ideia de mostrar os jurados e a finalização dos pratos, essa segunda etapa da competição cumpriu o seu papel de refinar a peneira dos candidatos visto que não é possível julgar um talento em potencial pela maneira de se cortar uma cebola ou de desossar um porco, como vimos em temporadas anteriores, além de já apresentar os competidores de uma forma muito particular e fidelizar torcidas aqui e ali com o incentivo do uso das hastags #FicaNomedoCandidato.

Gostei da separação dos cozinheiros por tema. Juntar formas parecidas de cozinha e colocar tais habilidades frente a frente na tentativa de evitar repetições de um mesmo prato daqui para frente é algo não só interessante, como inteligente por parte do programa para ter a maior diversidade possível de culturas e ideias na parte mais importante dessa competição. Como disse anteriormente, essa mudanças são essenciais para que o reality show continue se renovando.

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Não tenho nenhum favorito ainda, seria até cômico falar em nomes porque teria que confessar o meu fraco por alguns competidores, como o Fernando, que estão nessa competição. Entretanto, como é raro ver alguém de Florianópolis num programa nacional, o Valter tem a minha atenção pelo menos por enquanto. Aprendi bastante, como já é de costume, no duelo que envolvia a carne de javali e também àquele das massas que o Pastor Arlindo participou.

Para finalizar, é sempre bom lembrar aos nossos leitores que o MasterChef Brasil é o único no mundo onde um dos seus competidores, mais precisamente o Rafael, acredita que sua massa pode estar sexy. Sentir tesão em cozinhar é algo que eu escuto regularmente, agora acreditar que a comida está sexy e sensual é a primeira vez. #aprendizado

 

Por Bernardo Vieira

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Team Mix Reality

#TeamReality no Mix de Séries é responsável pelos realities shows.

1 comment

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    Bruno D Rangel 23 março, 2017 at 11:40 Responder

    Concordo que os duelos são bem melhor do que aquelas provas de cortar cenoura num corte tal (juliene acho, ou algo do tipo). Continuaram fazendo isso nas primeiras seleções, onde pediram pra alguém fazer alguma coisa aleatória, tipo descascar um abacaxi (não foi isso, mas é só um exemplo pq não me lembro o que foi), pra provar se a pessoa merece ou não merece o avenida. Esses duelos foram melhor nesse ponto.

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