MasterChef Brasil – 4×24 – Correção de Percurso

Imagem: Carlos Reinis/Band

Nem parece que chegamos na semi-final. Parece que foi ontem que estávamos em março assistindo às audições procurando por algum favorito, alguma pessoa que chamasse atenção e pudesse fisgar nossa torcida desde o início. Brigamos (e muito) na internet, problematizamos questões sociais a partir de um mero diálogo entre os participantes e, mais uma vez, aprendemos muita coisa sobre gastromia e especiarias que esse país oferece em todas as suas regiões.

O que me deixou impressionado é que o nível de dificuldade, pelo menos aparentemente, não foi tão alto como em provas anteriores. Reproduzir o prato de um campeão de provas anteriores? É desafiador, envolve técnica, estudo e precisão, mas nada que este telespectador já não tenha visto nos episódios passados. O momento inicial, entretanto, serviu para nos apresentar algo emocionante – a história de Isabel após sua temporada. Foi inspirador, como a Ana bem pontou. O que o Leonardo está esperando para ir à Paris? Alguém pode me explicar, por favor?

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Com Deborah avançando para a final após um resultado surpreendente na classificatória, tivemos um enfrentamento que eu realmente não esperava que fose acontecer – Michele contra Valter, dois competidores que eu aprendi a gostar por representarem tão bem Santa Catarina. O que mais me chamou atenção foi o fato deles terem se encontrado em situações tão diferentes – uma numa evolução impressionante e o outro num momento de estabilização e descontração.

A proposta para a prova final foi interessante, mas não entendi muito bem o que determinou a escolha do vencedor. Pelos comentários na hora da desgustação a impressão é que ambos os pratos estavam praticamente iguais em questão de qualidade e técnica, mas que no momento de revelar quem avançaria a descrição foi de que Michele passou com uma margem inconstetável. Senti falta de uma elaboração, coloquemos assim, dos motivos que levaram a tal decisão.

Ante de finalizar, eu gostaria de perguntar – será mesmo que a Michele seria chamada de “fraquinha”, como li no Twitter durante a noite, se ela fosse branca? Não quero problematizar, mas gostaria de encerrar minha participação dessa temporada com essa sugestão de pensamento. Até os “Profissionais”!

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1 comment

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    Bruno D Rangel 22 agosto, 2017 at 08:37 Responder

    Antes de sair plantou a semente da discórdia hahaha

    Mas acredito que a Michele é considerada “fraca” pelo impressionante desempenho dos outros. Torço muito pela Michele, mas em nada influenciou sua raça. Torço por ela pela humildade que sempre teve. Não a vi tentando prejudicar ninguém e nem falando mal. A não ser em seus momentos de rusgas com a Mirian. Mas também, a Mirian era difícil de aguentar. Torço muito por ela, especialmente pela humildade e respeito com os outros participantes e com os chefes que sempre teve. Ao contrário da Deborah.

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