Masterchef Profissionais Brasil – 1×06 – Não era nem pra você tá aqui, linda

MasterChef Dayse

Imagem: Band

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Depois de algumas eliminações esperadas, e até mesmo merecidas, o programa começou seu sexto episódio com uma prova bastante interessante e diferente daquelas que nós estávamos acostumados a assistir, pelo menos até agora. Nada mais, nada menos do que fazer uma escultura, ou algo próximo disso, de caramelo, o que deu um resultado muito bonito para quem estava assistindo. Curiosamente, foi nessa oportunidade que eu aprendi como que se faz caramelo. #vergonhaalheia

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MasterChef 1

Imagem: Band

Com erros de percurso, tivemos resultados muito mais divertidos do que realmente bem executados porque como disse anteriormente, o desafio não era só fazer o caramelo, mas sim, construir uma escultura com o mesmo. Para escolher o perder, os jurados não usaram o critério clássico do “quem fez pior?”, mas sim em saber se Priscylla seria honesta em admitir que tinha “pego emprestado” o trabalho de Dayse. Felizmente, ela confessou e foi diferente para a eliminação, limpando a barra do Guido que entregou uma bala ao invés de uma escultura.

Logo em seguida, tivemos uma prova em equipe que me deixou um pouquinho frustrado com a falta de desenvolvimento que ela teve. Primeiramente porque ela aconteceu dentro do estúdio, o que deixa qualquer programa, principalmente o MasterChef Brasil e seus filhotes, extremamente limitados. Segundo porque mesmo com um tema riquíssimo como a comida portuguesa, a ideia não foi além e ficou limitada a pequenos conceitos da cozinha europeia. Acredito que a produção poderia ter explorado com mais atenção os fatores históricos de determinados pratos, ressaltando também o quanto eles influenciaram a cozinha brasileira. Pelo menos, tinha um chef especializado para fazer uma avaliação diferenciada.

Seguindo o padrão da avaliação de grupo, fomos direto para a prova de eliminação, que trouxe um tema maravilhoso, delicioso, apetitoso e cruel para aquela hora da noite – recriação (ou releitura, como quiser chamar) da famosa torta de limão, que mesmo muito gostosa para comer a qualquer hora do dia, mostrou-se extremamente difícil de se fazer. Confesso, mais uma vez, que o mais surpreendente de tudo é que o limão, que dá o nome a torta, recebeu a menor das atenções mostrando que para um cozinheiro, eu sou um excelente consumidor.

Antes de finalizar gostaria de deixar aqui os meus sinceros cumprimentos ao garçom, que recebeu um xingão do Fogaça na prova de equipe por ter errado a comanda de alguns pedidos. Claramente o moço não estava num dia muito bom e nós conseguimos entender isso muito bem. Quanto a eliminação, não me surpreendi nenhum pouco, acredito que no decorrer da prova, e principalmente pela tentativa de trapacear lá no começo, a Priscylla já estava merecendo sair. Apenas não gostei da arrogância do Dário (ou do Paulo?) no minutos finais com o  – “Esses são os melhores e nós sabíamos desde o começo”. Não precisa disso, né?

Por Bernardo Vieira 

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