Memórias em Série: Punky, a eterna levada da breca

Imagem: Divulgação/NBC

Esses dias pensando na minha infância, lembrei de um dos programas que eu mais amava assistir. Era uma série que trazia a história de uma menina que tinha sido abandonada pelos pais, com um nome extremamente peculiar, dona de um look  que eu queria usar, e com “uma carinha que derrete qualquer coração de ferro”.

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Com 88 episódios e produzida entre 1984 e 1988, a série criada pela NBC e transmitida pelo SBT fez um grande sucesso tanto lá quanto aqui, e colocou Soleil Moon Frye para sempre na memória de quem foi criança nos saudosos anos 90.

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Bom, como já comentamos, a série conta a história de Punky, uma menina que foi abandonada pelo pai aos dois anos, e cinco anos depois, largada em um supermercado pela mãe, que foi comprar tomates e nunca mais voltou. Aos sete anos e sozinha numa grande cidade, Punky acaba encontrando um companheiro valioso na luta contra a saudade, Pinky (ou Brandon na versão original). Se sustentando com alguns trocados que ganhava ao levar compras no supermercado, Punky acaba encontrando um apartamento vago em um prédio da cidade.

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É assim que ela conhece Cátia e sua avó, Betty. E é assim também que ela conhece o maravilhoso Arthur Bicudo (não importa o nome original nesse caso), o gerente/síndico amargurado do prédio, que tenta levar Punky para o juizado de menores, mas que também acaba sendo flechado pela menina de tênis coloridos. Ao adormecer no seu sofá, Arthur vê em Punky a possibilidade de deixar de viver uma vida solitária, e a menina vê naquele velhinho simpático o pai que nunca realmente teve. Eram iguais se encontrando.

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Mas deixando as tristezas de lado, é certo dizer que os melhores momentos da série eram vividos por Punky e seu amigos, a já citada Cátia, Anderson, a riquinha Margot e claro, Pinky, o eterno companheiro de nossa protagonista. Saudade daquela turma, saudade de Cátia presa na geladeira, quem não lembra né?

Com muito humor, pitadas de nonsense, e até momentos melancólicos, Punky era uma série infantil nada ingênua. Uma série para qualquer adulto ver. Um programa que mostrava situações complicadas, e como o amor verdadeiro cheio de ternura, aquele de pai pra filho, não é definido apenas por ligações sanguíneas. Uma série que merece reprises eternas.

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Para quem amava assim como eu, ta aí a abertura, só para morrermos de saudade.

 

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