Mix Retrospectiva: os melhores momentos da TV em 2015

2015 já está se despedindo. Para uns, foi um ano próspero e cheio de realizações. Para outros, nem tanto. Essa filosofia se refletiu também nas séries de TV, proporcionando para os espectadores um ano bem turbulento. Renovações de última hora, cancelamentos, revivais, mortes, plot twist, confusões… Apenas mais um ano na vida de qualquer seriador.

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O Mix de Séries trás a vocês a nossa #MixRetrospectiva do ano. Prepare-se o coração para relembrar os melhores momentos de 2015…

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Não precisamos nem lembrar a vocês que este post tem VÁRIOS SPOILERS DE 2015, então tomem cuidado.

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2015: o ano dos plot twists

2015 representou a guinada para muitas séries de TV. Gotham, por exemplo, conseguiu se consolidar e fugir do simples procedural, apresentando semana após semana intensos plot twists. Quem aí vibrou com a morte de Jerome ou com o clímax da história de Theo Galavan? Não podemos esquecer também dos crossovers de Chicago Fire e PD, que proporcionaram uma impactante morte que revirou com a cabeça de Erin, personagem de Sophia Bush.

E o “sim” de Olivia Pope? Em 2015, o mundo descobriu que o Presidente dos Estados Unidos tinha uma amante em Scandal. Falando em Shonda Rhimes, quantas reviravoltas na impactante temporada de How To Get Away With Murder em? Vocês desconfiavam que teria sido Wes o autor do disparo contra a protagonista?

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Frank Underwood virou o Presidente em House of Cards, mas quem adivinharia que ele seria deixado pela mulher no final da temporada? O que será de Frank agora?

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Muitos personagens disseram adeus…

Em 2015, o público precisou se despedir de alguns personagens queridos entre os fãs de suas respectivas séries [CUIDADO COM OS SPOILERS]: Em Grey’s Anatomy, o McDreamy Derek Shepherd (Patrick Dempsey) partiu dessa para melhor, deixando sua amada Meredith viúva de três filhos. Desgraça pouca é bobagem.

Já em The Good Wife, os fãs se despediram de Kalinda (Archie Panjabi) com a saída da personagem. Já sentimos saudades de suas botas não é mesmo? Outra protagonista a deixar sua série foi Nina Dobrev, que abandonou o barco de The Vampire Diaries (que continua muito bem, obrigado!).

Em Gotham, tivemos a partida de um personagem que já era querido entre o públic0 – Jerome (Cameron Monaghan). Em Arrow, será que Felicity partiu dessa para melhor? E em GOT? Será que Jon Snow partiu? Já estamos com saudades…

Além disso, Sembene em Penny Dreadful, Padre Athelstan em Vikings, entre tantos outros…

 

Despedidas

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Quantas estreias!

Diferente da temporada anterior, 2015 trouxe muita coisa boa na mala. O ano já abriu com Empire, aquela série que ninguém apostava suas fichas mas teve uma das melhores audiência da midseason. A primeira temporada terminou em maio, mas a Fox apostou na sua estreante e a retornou logo em setembro, integrando a fall season.

Better Call Saul, no entanto, já era esperada desde quando foi anunciada em 2014, e os fãs de Breaking Bad fizeram contagem regressiva para a estreia. O lado bom: a segunda temporada já estava garantida, e depois de conferir a temporada de estreia deu para entender porque a AMC tomou essa decisão.

daredevil-red-costumeE o que seria da TV sem os super-heróis? Do lado Marvel da força, a Netflix dá os primeiros passos – bem acertados – no acordo com os estúdios dos Vingadores após o lançamento de Demolidor e Jessica Jones (e Luke Cage), e não teve quem não se apaixonasse por esses dois justiceiros nova-iorquinos. A DC, por sua vez, deu vida à jovem Supergirl, além de reunir todos os favoritos de Arrow e The Flash no projeto Legends of Tomorrow, que estreia em 2016.

O Brasil também deu um show à parte. A Record ZEROU a vida ao superar a Rede Globo com a série bíblica Os Dez Mandamentos, e a abertura do Mar Vermelho parou o Brasil. A Vênus Platinada também teve seus créditos elevados com a novela Verdades Secretas, uma trama sexy e cheia de mistério.

Por falar no fruto nacional, Wagner Moura com certeza vai lembrar de 2015 com muito carinho. O ator conhecido por aqui pelo filme Tropa de Elite deu vida ao narcotraficante Pablo Escobar em Narcos, drama da Netflix que deu o que falar no mundo inteiro. Mesmo com toda a questão do sotaque, Moura calou a boca do mundo ao ser indicado ao Globo de Ouro, e que venha a segunda temporada.

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As premiações

As tão concorridas premiações reservaram surpresas à parte para os fãs de séries de TV. Para começar, o Emmy, o mais importante prêmio da televisão, fez história na categoria Melhor Atriz ao indicar duas atrizes negras, Taraji P. Henson (Empire) e Viola Davis (How to Get Away With Murder) – e Tatiana Maslany pelos seus 300 papéis. Davis, a vencedora, fez todos irem às lágrimas com seu discurso:

 

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=e0M6Zn2UDQA[/youtube]

 

Jon Hamm também foi outro destaque do Emmy com o prêmio de Melhor Ator pela temporada final de Mad Men. Com sete indicações na carreira, pelo menos uma tem ir pro bolso, né? Outro que saiu da zona de azar foi Kevin Spacey, o Frank Underwood de House of Cards. Com quase 30 anos de carreira, o astro da Netflix finalmente levou uma estatueta para casa.

E que ano para ser Jeffrey Tambor? Não teve para ninguém no Globo de Ouro e no Emmy. A estrela de Transparent levou a melhor em ambas as premiações, isso sem falar que a série da Amazon também foi escolhida a melhor comédia do ano. O streaming realmente veio para ficar!

2015 foi o ano que até a The CW entrou no radar das grandes premiações. Graças a Gina Rodriguez, a protagonista da comédia Jane the Virgin, a emissora de Arrow e Supernatural faturou seu primeiro Globo de Ouro, depois de competir com Julia Louis-Dreyfus e Lena Dunham. Se a sorte continuar do seu lado, ainda terá mais em 2016, mais uma vez com Rodriguez, e Rachel Bloom, por Crazy Ex-Girlfriend.

 

A grávida mais feliz da TV!

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Os momentos picantes…

Muita gente na TV fez a temperatura subir com muito charme e malemolência. E tem coisa melhor do que fazer “aquilo” na banheira? TEM! Fazer “aquilo” na banheira com mais seis pessoas. Só faltou aquela musiquinha da Banheira do Gugu.

 

MEU JESUS COROADO!

 

Quem também botou para quebrar foi o casal Olivia e Fitz, em Scandal. A quinta temporada começou bem especial para os dois, o presidente colocou a primeira-dama pra correr de casa, e eles aproveitaram para colocar fogo nos lençóis. Comandar os Estados Unidos? Só depois de uma rapidinha.

Para provar que Shonda Rhimes gosta de uma cena picante, How to Get Away With Murder também elevou o sexo a outra potência com diversas sequências no início da segunda temporada. Nenhuma, no entanto, superou o episódio “Hi, I’m Philip”, no qual quatro casais botaram pra quebrar, e não perdoaram nem a sala de aula!

 

Quem consegue resistir a esse olhar?

Foi um ano intenso também para Alex e Piper em Orange is The New Black, e elas aproveitaram cada momento juntas da melhor maneira possível. Seja no dormitório ou numa biblioteca, quando vocês está numa prisão com a pessoa que você ama, vale tudo.

 

Na igreja pode?

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Teve momentos de explodir sua mente? TEEEEVE!!!

As duas primeiras semanas de 2015 pareciam normais, até que conhecemos Cookie Lyon. Empire levou à TV a família Lyon, com sua dramática, passado cheio de prisão, suas lutas internas na indústria fonográfica, repleta de sabotagem, assassinato orquestrados e destruição. A segunda temporada contou com ataque do FBI, mais morte, um sequestro, uma gravidez, um casamento inesperado / retorno surpreendente, e uma queda de escada de deixar o queixo caído.

 

De arrancar os cabelos

 

Os fãs de Pretty Little Liars que o digam. Depois de cinco temporadas de muito mistério, finalmente foi revelado que o vilão A na verdade é CeCe Drake, ou Charlotte DiLaurentis, a irmã mais velha de Alison. Mais chocante do que a revelação foi saber que Charlotte só queria ficar perto de sua família – de um jeito bem violento.

Por falar em tragédias, porque não incluir Game of Thrones nessa relação. Claro, muitas pessoas morrem em Westeros. Mas, no final da quinta temporada, a execução icônica de Ned Stark pareceu apenas um simples fato quando comparada com a morte de Jon Snow. Foi tão chocante, que os telespectadores ainda estão debatendo, argumentando, e suplicando, tentando encontrar algum motivo ele não pode voltar.

 

Morto ou vivo?

Outra série que deixou a gente com a maior pulga atrás da orelha – POR SEMANAS – foi The Walking Dead. Milhões de fãs se perguntavam e criavam teorias para o destino de Glenn após o ataque dos zumbis no episódio “Thank You”. A revelação em si não foi uma surpresa (especialmente se você voltar e assistir a cena original), mas o momento inicial – e talvez a disposição do show para brincar com as expectativas – foi tão surpreendente quanto qualquer coisa na TV este ano. Mas será que ele viverá à próxima temporada?

 

Run, Glenn, Run!

 

Foi o ano da intriga. Os espectadores de The Good Wife sabiam que Kalinda se preparava para sair de cena, mas seu momento final com Alicia era tudo o que os fãs não mereciam – uma cena gravada separada porque as atrizes não queriam compartilhar o mesmo espaço. Para um show se supera semana após semana, era uma forma vergonhosa de dizer adeus, não é?

Nada mais estarrecedor do que a segunda temporada de Galavant. Mesmo com audiência lá embaixo, a comédia de Dan Folgeman que substituiu Once Upon a Time durante a midseason garantiu mais um ano na TV, e a gente até hoje não entendeu o por quê. Preparem-se, porque a season premiere vai gozar disso da maneira mais cretina possível.

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Vai deixar saudades (ou não):

 

Entre as despedidas marcantes, a que mais iremos lembrar é Revenge, o novelão da ABC que chegou ao fim aós quatro temporadas. Emily Thorne concluiu sua vingança, mas cavou mais do que duas covas – muita gente ficou pelo caminho antes da loirinha completar os seus objetivos. Um series finale cheio de emoções, lágrimas, e muito, mas muito DRAMA! (do jeitinho que a gente gosta)

 

Rainha da P*RRA toda!

 

Por falar em emoções, uma série que deixou muitos fãs órfãos e SEDENTOS por mais foi Hannibal. Aníbal ou Hanibaldo, como você preferir, sobreviveu até o último suspiro, respirando por aparelhos, mas Bryan Fuller não conseguiu salvar o anti-herói mais querido da TV.

 

Charme sem igual

 

E o que falar dos garotos cantores de Ohio? Foi bonito, foi. Foi intenso, foi, mas QUE BOM QUE ACABOU! Glee se despediu dos fãs em março de 2015 após seis temporadas. A swang song foi bem divertida, descontraída e uma bela forma de dizer adeus depois dos fiascos que vinham sendo as temporadas anteriores. Melhores partes? Dianna, Heather, Naya, Unique, Jesse St. James… Todos os nossos favoritos deram um show!

 

Após o series finale

 

Outra série que se despediu em 2015 foi CSI, um dos procedurais mais duradouros da CBS. Foram quinze anos no ar, desvendando todos os crimes possíveis e impossíveis. Uma atração deste tamanho não poderia ir sem deixar um legado, e ainda sobrou uma série derivada no ar: CSI: Cyber. Muita gente voltou para dizer adeus em um filme de duas horas carregado de emoções.

Claro que Mad Men, Parks and Recreations, Parenthood entre tantas outras também deixarão saudades… Como diz o ditado, enquanto uns chegam, outros partem…

 

Os piores momentos (ou aqueles que devemos esquecer)

 

Como todo ano, tem aqueles momentos vergonha alheia, que você se pergunta: “é isso mesmo que estou assistindo?”. Aqueles que vão ficar no passado para que nunca mais se repita.

E a onda de revivals e reboots? No fundo, a falta de criatividade domina as mentes de Hollywood, e o hype do momento é ressuscitar títulos que foram sucesso há 10 ou 15 anos atrás. No entanto, nem tudo que reluz é ouro, e  – ao contrário de Fuller House e Arquivo X – tem coisa que é melhor ficar no passado mesmo.

 

Nah…

 

E o aconteceu com a NBC? Depois de semear sucessos como Parks and Recreations, Community, Will & Grace e tantos outros, a emissora do pavão não tem conseguido emplacar uma dentro, e 2015 foi um ano difícil para eles. The Slap e Truth Be Told são alguns exemplos disso. A minissérie inspirada no modelo australiano foi uma completa bagunça, e nem o elenco cheio de estrelas consagradas – Peter Sarsgaard, Uma Thurman e Zachary Quinto – a salvou da vergonha. Já a comédia que estreou na fall season tinha uma premissa vaga, e quando estreou, mostrou que nunca deveria ter ido realmente ao ar. Piadas sobre raça, religião e sexualidade nunca foram tão vazias como nesta série.

 

Briga de verdade é isso, NBC.

 

A expectativa eram altas para True Detective, Scream e Minority Report, mas ainda tem gente se perguntando como as emissoras deixaram essas séries irem ao ar. A segunda temporada do drama policial de Nic Pizzolatto não passou de uma grande confusão, e no final das contas a gente já não se lembrava como chegou aquele ponto. Scream tinha a missão de reviver o clássico de terror Pânico, mas não passou de mais uma trama adolescente da MTV. Minority Report foi a mesma coisa. A sequência da franquia de filmes de Steven Spielberg desde o começo mostrava que não ia durar muito tempo, e a Fox entendeu o seu erro mais a frente. Acabou, e talvez não volte para uma segunda temporada. Melhor assim.

 

POR QUE, MEU DEUS? POR QUE?

 

Para alguns, 2015 vai deixar saudades. Para outros, já vai tarde. O importante é que estamos prontos para 2016, para viver novas emoções, renovações, cancelamentos, muitas histórias e principalmente: se divertir com o maravilhoso mundo das séries de TV!