Prepare-se para se emocionar, rir, chorar e se surpreender. Nesta sexta-feira, 4 de abril, chega ao catálogo do Disney+, como “original Star+” a série Morrendo por Sexo (Dying for Sex), um drama poderoso, sincero e surpreendentemente engraçado que está sendo apontado como uma das estreias imperdíveis do ano.
Baseada em uma história real — e estrelada por Michelle Williams e Jenny Slate — a série acompanha Molly, uma mulher que, ao descobrir que seu câncer de mama voltou em estágio terminal, toma uma decisão radical: deixar o marido e se redescobrir sexualmente antes de morrer.
Uma jornada entre o prazer, a dor e o amor verdadeiro

Logo no primeiro episódio, fica claro que Molly está em um casamento sem intimidade. Após tratamentos, uma dupla mastectomia e anos tentando reconectar com o marido, ela percebe que o parceiro sente pena — e não mais desejo. Quando recebe o novo diagnóstico, ela entende que não quer morrer sem se sentir viva novamente.
Com o apoio da melhor amiga Nikki (Jenny Slate), Molly começa a explorar o que a excita, mergulhando de cabeça em um mundo de encontros casuais, fetiches, festas sexuais e autoconhecimento — tudo isso com muito humor e vulnerabilidade. Vibradores, fotos picantes de aplicativos, conversas sobre “tortura do orgasmo” em cafés lotados… nada é tabu quando o tempo é curto e o desejo é urgente.
Sexo, sim — mas com coração
Apesar de cenas quentes e ousadas, Morrendo por Sexo não é apenas sobre sexo. A série é, acima de tudo, sobre amizade, coragem e liberdade de ser quem se é, mesmo diante da morte. Molly quer ser vista como mulher, não como paciente. E sua relação com Nikki, que assume o papel de cuidadora, se torna o verdadeiro centro emocional da série — uma história de amor entre amigas, profunda, real e comovente.
Ao longo dos episódios, vemos Molly confrontar traumas, redescobrir seus limites e prazeres, e abrir espaço para a leveza, mesmo em meio à dor. A série nunca julga seus personagens — nem Molly por querer viver plenamente, nem Nikki por estar exausta, mas nunca abandonar a amiga.
Morrendo por Sexo traz Elenco afiado, química brilhante
Michelle Williams entrega uma performance vibrante e comovente como Molly em Morrendo por Sexo, equilibrando vulnerabilidade e vitalidade de forma tocante. Jenny Slate, por sua vez, é o coração e o humor da série — uma amiga fiel, perdida e incrivelmente humana. Juntas, as duas brilham em cena com uma química difícil de descrever: você acredita nelas, torce por elas, e se despedaça com elas.
Um lembrete urgente de que viver é sentir
Morrendo por Sexo não foge do tema da morte, mas a encara de frente — sem melodrama, mas com uma honestidade brutal e sensível. É uma série que vai te fazer rir alto num momento e chorar no seguinte.
Que fala de orgasmos e de perdas com a mesma naturalidade. Que lembra que o tempo é curto, mas ainda há muito a ser vivido — e sentido.