O assassino de Scandal foi mesmo revelado? Ator comenta sobre o que virá a partir daqui…

Imagem: ABC
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O Presidente Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn) não terá um fim fácil para seu mandato, agora que o presidente eleito foi assassinado e o vice-presidente eleito (e ex-chefe de gabinete de Fitz), Cyrus Beene (Jeff Perry), oficialmente tem ligação com a morte de Vargas.

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Mas o que exatamente aconteceu? O episódio de quinta-feira (9) revelou que as coisas podem não ser exatamente como as pessoas – especialmente Olivia Pope (Kerry Washington) – esperavam, mas será por um tempo antes de haver respostas verdadeiras.

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“Como com tantas coisas que confrontam alguém naquele cargo, de presidente dos Estados Unidos, não há clareza alguma”, disse Goldwyn ao The Hollywood Reporter. “Não há uma resposta clara, não há maneira fácil de dizer: ‘Foi isso que aconteceu, é o que eu acredito’. O padrão de Fitz será obter a melhor informação disponível e fazer uma ligação.”.

Mas o maior problema enfrentado por Fitz agora é o efeito que o assassinato terá sobre o país. “Posso dizer-lhe que, o que pesará mais fortemente em Fitz será a capacidade de saber definitivamente o que a verdade é. O que está pesando sobre ele tremendamente é a desestabilização do país”, disse Goldwyn. “Em outras palavras, há um relógio sob a cabeça de Fitz, porque quanto mais tempo este país vai sem clareza e liderança, isso causará uma crise internacional. Fitz está muito consciente de que eles entraram com informações imperfeitas, não sabendo exatamente no que acreditar. Ele vai ter que tomar uma decisão. E tudo ficará muito confuso”, destacou.

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Além disso, com o jeito Shonda Rhimes/Scandal de ser, há muitas camadas a serem exploradas sobre o assassinato de Vargas, mais do que o esperado. “Todo esse evento do assassinato de Frankie Vargas não é o que você pensa que é. Ele fica muito, muito complexo sobre quem fez, o quê, e por que aconteceu e o que está acontecendo”, brincou Goldwyn. “Nós realmente vamos explorar isso, e Fitz será apresentado à uma série de cenários conflitantes.”.

Além disso, ele não terá sua conselheira mais confiável para ajudá-lo a entender a situação. “Ele vai pensar que ele tem clareza e então ele não vai, e ele está apenas tentando reagir a isso e manter o navio flutuando. Ele e Abby são deixados para gerenciar isso porque Olivia é uma parte interessada – ela representa Mellie, e isso é um problema porque Olivia é a pessoa a quem Fitz costuma ir em primeiro lugar. Ele realmente confia em seus instintos, e ela não é uma fonte confiável [neste caso] porque ela é tendenciosa.”.

Goldwyn continuou: “A partir do episódio quatro, tudo irá viruar uma montanha russa – típica de Shonda.”.

Scandal continua com episódios inéditos na próxima quinta, nos Estados Unidos, pela ABC.