O Jogo do Predador mal estreou e já alcançou o topo da Netflix mundial. O thriller estrelado por Charlize Theron e Taron Egerton rapidamente se tornou o filme mais assistido da plataforma, dominando rankings globais e garantindo mais um hit instantâneo para o streaming.
Mas o sucesso vem acompanhado de um velho problema, que se tornou algo recorrente da Netflix e que pode estar revelando, talvez, a sua maior falha.
Apesar da audiência impressionante, o filme não conquistou prestígio. A recepção crítica tem sido apenas morna, com avaliações que destacam a falta de originalidade e o excesso de clichês. Mesmo entre o público, a empolgação está longe de ser unânime, com muitos espectadores criticando a narrativa previsível.
A trama segue uma fórmula conhecida, apostando mais na ação e na tensão imediata do que em profundidade emocional. Funciona como entretenimento rápido, mas não deixa marca.

A Netflix só produz porcarias que bombam?
Esse cenário reforça uma tendência cada vez mais clara na Netflix: produções que lideram o Top 1 global, mas não conseguem se transformar em fenômenos culturais ou obras realmente memoráveis.
Estaria a Netflix produzindo apenas porcarias? Essa é a reflexão que o público pode acabar tirando de produções como essas e, a curto prazo, impactar no cenário da marca. Afinal, até quando filmes ruins vão sustentar o gosto do assinante?
O Jogo do Predador é mais um exemplo disso e vale a reflexão.