A espera acabou: O Poder e a Lei chegou com sua 4ª temporada nesta quinta, 5 de fevereiro, na Netflix. E o novo ano promete virar a série do avesso ao colocar Mickey Haller no lugar mais desconfortável possível: o banco dos réus.
Antes de dar o play, vale relembrar onde a história parou e por que essa temporada deve ser a mais tensa até agora.
Mickey Haller agora é o acusado
A 4ª temporada adapta o livro The Law of Innocence, de Michael Connelly, e parte de um gancho chocante do final do terceiro ano. Após vencer mais um caso complicado, Mickey é parado pela polícia e descobre que há um corpo no porta-malas de seu carro. O morto é Sam Scales, um de seus antigos clientes.
Resultado: o advogado passa de defensor a réu em um caso de assassinato.
A grande virada da temporada está aí: Mickey terá que usar tudo o que sabe sobre o sistema judicial para provar a própria inocência, enfrentando falhas, corrupção e decisões morais que sempre criticou do outro lado do tribunal.

Como terminou a 3ª temporada de O Poder e a Lei?
O último episódio da 3ª temporada trouxe uma vitória importante para Julian La Cosse, com a retirada das acusações de assassinato e um acordo milionário. O verdadeiro responsável pela morte de Gloria Dayton foi exposto, em um desfecho marcado por traições e consequências extremas dentro da polícia.
Ao mesmo tempo, Mickey chegou a cogitar abandonar a advocacia, cansado de lutar contra um sistema que parece nunca mudar. A conversa com a filha Hayley o fez reconsiderar, pouco antes de tudo desmoronar com sua prisão inesperada.
Mudanças no escritório e no elenco
Outro ponto-chave é Lorna, que finalmente se torna advogada após passar no exame da ordem. Isso será fundamental agora que o próprio Mickey precisa de apoio jurídico.
Já Andrea, interesse amoroso da temporada anterior, não retorna, fechando esse arco pessoal do protagonista.
Por que essa temporada é diferente
Mais do que um novo caso, a 4ª temporada promete questionar tudo o que a série construiu até aqui. Agora, Mickey Haller terá que sobreviver ao sistema que sempre enfrentou — só que sem imunidade, sem privilégios e com a própria liberdade em jogo.